David Castilho
EQUIPE
11/10/2026 • 04:01
Vamos conversar um pouco sobre as bandas oligoclonais, que são proteínas detectadas no líquor (líquido cefalorraquidiano) e representam a produção local de anticorpos no sistema nervoso central. Elas são um dos maiores indicadores laboratoriais para esclerose múltipla, uma doença neuroinflamatória que afeta o cérebro e a medula espinhal. A presença dessas bandas é um forte sinal de que há uma resposta imunológica ativa dentro do sistema nervoso central, o que é típico na esclerose múltipla.
Agora, sobre a frequência: estudos e protocolos médicos mostram que as bandas oligoclonais podem ser detectadas em aproximadamente 90% dos pacientes com esclerose múltipla clinicamente definida. Ou seja, é bastante comum encontrar essas bandas nesses pacientes, o que ajuda muito no diagnóstico clínico e laboratorial da doença.
Portanto, a alternativa que melhor corresponde à frequência em que as bandas oligoclonais são encontradas em pacientes com esclerose múltipla clinicamente definida é a d) 90%.
Agora, sobre a frequência: estudos e protocolos médicos mostram que as bandas oligoclonais podem ser detectadas em aproximadamente 90% dos pacientes com esclerose múltipla clinicamente definida. Ou seja, é bastante comum encontrar essas bandas nesses pacientes, o que ajuda muito no diagnóstico clínico e laboratorial da doença.
Portanto, a alternativa que melhor corresponde à frequência em que as bandas oligoclonais são encontradas em pacientes com esclerose múltipla clinicamente definida é a d) 90%.