No processo de avaliação funcional de um paciente adulto com comprometimento ...

No processo de avaliação funcional de um paciente adulto com comprometimento neurológico, o fisioterapeuta necessita quantificar o nível de independência e a necessidade de assistência para a execu...


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No processo de avaliação funcional de um paciente adulto com comprometimento neurológico, o fisioterapeuta necessita quantificar o nível de independência e a necessidade de assistência para a execução das atividades básicas de vida diária, incluindo alimentação, higiene pessoal, banho, vestuário, controle vesical e intestinal, uso do sanitário, transferências e mobilidade. Considerando os instrumentos padronizados utilizados na prática fisioterapêutica, o mais apropriado para mensurar esses domínios funcionais é o:
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  • Equipe Gabarite
    Equipe Gabarite EQUIPE
    10/10/2026 • 01:01
    Vamos falar sobre avaliação funcional, que é super importante para entender como o paciente com comprometimento neurológico está se saindo nas suas atividades do dia a dia. Essas atividades básicas, como se alimentar, tomar banho, se vestir e usar o banheiro, são essenciais para medir a independência do paciente. Existem alguns instrumentos padronizados usados na prática fisioterapêutica para essa finalidade, cada um com um propósito específico.

    O Índice de Barthel é justamente um instrumento criado para avaliar o grau de independência funcional em atividades básicas da vida diária e mobilidade, que é o foco da questão. Ele mede o quanto o paciente consegue fazer sozinho ou precisa de ajuda, sendo amplamente utilizado para esse fim.

    Já as outras opções são mais específicas para outras avaliações: a Escala Visual Analógica é usada para medir a intensidade da dor de forma subjetiva; o Teste de Schober avalia a mobilidade da coluna lombar; a Escala Modificada de Ashworth serve para medir o tônus muscular e resistência em movimentos passivos; o Questionário de Roland-Morris é focado em repercussões funcionais relacionadas a dor lombar, não para atividades de vida diária.

    Portanto, para medir o nível de independência nas atividades básicas diárias — exatamente o que a questão pede — o instrumento mais apropriado é o Índice de Barthel.
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