Matheus Fernandes
EQUIPE
09/10/2026 • 17:02
Essa questão trata da integração entre as mudanças climáticas, a cartografia social e a educação ambiental crítica, especialmente no contexto urbano e da Educação Básica. O ponto central é que o ensino deve ir além da simples observação dos fenômenos naturais e deve incluir a análise dos processos sociais que conduzem às desigualdades e riscos ambientais.
Ao pensar em cartografia como ferramenta de intervenção cidadã, o ideal é que os alunos sejam ativos na construção do conhecimento, relacionando a análise espacial com a realidade em que vivem, identificando problemas concretos, como ilhas de calor, alagamentos e impermeabilização do solo, além de propor soluções ou políticas comunitárias.
Vamos analisar as alternativas:
A) Apresenta um enfoque muito global, desconsiderando a escala local e o conhecimento das comunidades, o que contraria a proposta de intervenção cidadã e crítica.
B) Limita a prática ao desenho de mapas físicos (curvas de nível) sem conectar à realidade social e urbana, o que não promove a crítica nem a intervenção.
C) Propõe um engajamento ativo dos estudantes para mapear anomalias térmicas e impermeabilização do solo, cruzando informações para entender e propor políticas de mitigação, exatamente o que a questão propõe sobre a cartografia social e a intervenção cidadã.
D) Foca apenas em imagens de satélite para cálculos e memorização, sem envolver a análise crítica e a intervenção social.
Logo, a alternativa que melhor materializa o uso da cartografia como instrumento de intervenção cidadã frente aos impactos socioambientais urbanos é a letra C.
Ao pensar em cartografia como ferramenta de intervenção cidadã, o ideal é que os alunos sejam ativos na construção do conhecimento, relacionando a análise espacial com a realidade em que vivem, identificando problemas concretos, como ilhas de calor, alagamentos e impermeabilização do solo, além de propor soluções ou políticas comunitárias.
Vamos analisar as alternativas:
A) Apresenta um enfoque muito global, desconsiderando a escala local e o conhecimento das comunidades, o que contraria a proposta de intervenção cidadã e crítica.
B) Limita a prática ao desenho de mapas físicos (curvas de nível) sem conectar à realidade social e urbana, o que não promove a crítica nem a intervenção.
C) Propõe um engajamento ativo dos estudantes para mapear anomalias térmicas e impermeabilização do solo, cruzando informações para entender e propor políticas de mitigação, exatamente o que a questão propõe sobre a cartografia social e a intervenção cidadã.
D) Foca apenas em imagens de satélite para cálculos e memorização, sem envolver a análise crítica e a intervenção social.
Logo, a alternativa que melhor materializa o uso da cartografia como instrumento de intervenção cidadã frente aos impactos socioambientais urbanos é a letra C.