Marcos de Castro
EQUIPE
09/10/2026 • 16:02
Esta questão aborda um caso clínico envolvendo uma paciente com Leucemia Mieloide Crônica (LMC) que apresenta complicação respiratória, com derrame pleural de grande volume, cardiomegalia e BNP elevado. O BNP elevado indica sobrecarga cardíaca, uma pista importante para nossa análise.
O foco está em identificar qual fármaco, usado no tratamento da LMC, está relacionado ao quadro clínico apresentado. As opções dadas são diferentes inibidores da tirosina quinase (TKI) utilizados no tratamento da LMC: Imatinibe, Dasatinibe, Bosutinibe, Ibrutinibe e Asciminibe.
Dentre esses medicamentos, o Dasatinibe é conhecido por causar derrames pleurais como efeito adverso comum e de maior gravidade, devido à sua ação mais ampla sobre a membrana pleural. É frequente também o desenvolvimento de complicações cardíacas por este medicamento, com relato de derrame pleural associado a pneumonite e até insuficiência cardíaca, o que justifica a cardiomegalia e o aumento do BNP.
Imatinibe, Bosutinibe e Asciminibe raramente causam derrame pleural. Ibrutinibe, por sua vez, é um inibidor de tirosina quinase usado mais em linfomas e leucemia linfocítica crônica, mas não é o principal medicamento para LMC e não está associado a derrames pleurais em LMC.
Portanto, a droga mais provavelmente responsável pelo quadro é o Dasatinibe.
O foco está em identificar qual fármaco, usado no tratamento da LMC, está relacionado ao quadro clínico apresentado. As opções dadas são diferentes inibidores da tirosina quinase (TKI) utilizados no tratamento da LMC: Imatinibe, Dasatinibe, Bosutinibe, Ibrutinibe e Asciminibe.
Dentre esses medicamentos, o Dasatinibe é conhecido por causar derrames pleurais como efeito adverso comum e de maior gravidade, devido à sua ação mais ampla sobre a membrana pleural. É frequente também o desenvolvimento de complicações cardíacas por este medicamento, com relato de derrame pleural associado a pneumonite e até insuficiência cardíaca, o que justifica a cardiomegalia e o aumento do BNP.
Imatinibe, Bosutinibe e Asciminibe raramente causam derrame pleural. Ibrutinibe, por sua vez, é um inibidor de tirosina quinase usado mais em linfomas e leucemia linfocítica crônica, mas não é o principal medicamento para LMC e não está associado a derrames pleurais em LMC.
Portanto, a droga mais provavelmente responsável pelo quadro é o Dasatinibe.