Matheus Fernandes
EQUIPE
09/10/2026 • 11:02
Vamos entender a questão com calma. A Geografia Crítica, inspirada em autores como Milton Santos, foca em analisar como as desigualdades socioespaciais são produzidas e mantidas dentro do sistema capitalista. Ou seja, o espaço geográfico não é visto como neutro, mas como resultado das relações econômicas, sociais e políticas, e dessas relações surgem diferentes níveis de desenvolvimento e infraestrutura em diferentes lugares.
No texto, destaca-se que nas grandes cidades convivem áreas com alta tecnologia e circulação rápida de capitais, ao lado de áreas pobres e carentes de infraestrutura, mostrando que a tecnologia e infraestrutura não se espalham de forma igualitária. Milton Santos e a Geografia Crítica apontam que isso não é mero acidente ou problema técnico, mas reflexo das relações de poder, economia e produção capitalista que criam e mantêm essas desigualdades.
Resumindo as alternativas: a) fala de limites operacionais, o que é uma visão mecanicista e não crítica; b) reconhece desigualdade, mas nega a ideia de comprometimento, o que vai contra a crítica capitalista; c) atribui hierarquização apenas à presença de objetos técnicos, sem considerar as relações sociais; d) destaca a capacidade local, mas sem expressar a crítica do sistema capitalista; e) aponta que a distribuição espacial é fruto de relações de produção que articulam integração e subordinação, o que está em linha com a Geografia Crítica e Milton Santos, mostrando que a densidade técnica reflete a lógica seletiva do capitalismo.
Portanto, a alternativa que melhor representa a análise crítica da Geografia sobre o espaço geográfico contemporâneo é a letra e.
No texto, destaca-se que nas grandes cidades convivem áreas com alta tecnologia e circulação rápida de capitais, ao lado de áreas pobres e carentes de infraestrutura, mostrando que a tecnologia e infraestrutura não se espalham de forma igualitária. Milton Santos e a Geografia Crítica apontam que isso não é mero acidente ou problema técnico, mas reflexo das relações de poder, economia e produção capitalista que criam e mantêm essas desigualdades.
Resumindo as alternativas: a) fala de limites operacionais, o que é uma visão mecanicista e não crítica; b) reconhece desigualdade, mas nega a ideia de comprometimento, o que vai contra a crítica capitalista; c) atribui hierarquização apenas à presença de objetos técnicos, sem considerar as relações sociais; d) destaca a capacidade local, mas sem expressar a crítica do sistema capitalista; e) aponta que a distribuição espacial é fruto de relações de produção que articulam integração e subordinação, o que está em linha com a Geografia Crítica e Milton Santos, mostrando que a densidade técnica reflete a lógica seletiva do capitalismo.
Portanto, a alternativa que melhor representa a análise crítica da Geografia sobre o espaço geográfico contemporâneo é a letra e.