Matheus Fernandes
EQUIPE
09/10/2026 • 10:01
Vamos entender melhor essa questão que envolve a teoria da dependência e a análise das relações econômicas globais entre países centrais e periféricos. A proposta é analisar como a globalização afeta as economias latino-americanas e sua relação subordinada dentro do sistema capitalista mundial.
A teoria da dependência, defendida por autores como Ruy Mauro Marini, destaca que as economias periféricas são integradas ao sistema de forma subordinada, o que gera exploração: há transferência de valor para os países centrais e superexploração do trabalho nos países periféricos para compensar suas desvantagens estruturais. Essa relação não se reverte facilmente com a globalização.
Analisando as alternativas:
A alternativa a) sugere que a descentralização produtiva reduziria a transferência de valor porque as periferias internalizariam etapas estratégicas, o que não condiz com a teoria da dependência, que aponta justamente o aprofundamento dessa exploração.
A alternativa b) fala sobre a dependência sendo deslocada para a esfera da circulação e redução da superexploração do trabalho, o que contraria a análise citada, pois a superexploração segue sendo um mecanismo fundamental.
A alternativa c) afirma que a reorganização das cadeias globais intensifica a transferência de valor e a superexploração, ou seja, aprofunda a integração subordinada, o que está em linha com a interpretação tradicional da dependência e dos comentários do enunciado.
A alternativa d) sugere que a hierarquia centro/periferia é atenuada, o que contraria o entendimento da questão, pois a dependência e a hierarquia permanecem presentes na organização global.
A alternativa e) coloca que a lógica da acumulação muda para privilegiar o mercado interno e a elevação dos salários, o que não é característico da dependência, que enfatiza a superexploração e a subordinação.
Portanto, a alternativa correta é a letra c: a globalização, ao reorganizar cadeias globais, aprofunda a integração subordinada das economias periféricas, intensificando transferência de valor e superexploração do trabalho.
A teoria da dependência, defendida por autores como Ruy Mauro Marini, destaca que as economias periféricas são integradas ao sistema de forma subordinada, o que gera exploração: há transferência de valor para os países centrais e superexploração do trabalho nos países periféricos para compensar suas desvantagens estruturais. Essa relação não se reverte facilmente com a globalização.
Analisando as alternativas:
A alternativa a) sugere que a descentralização produtiva reduziria a transferência de valor porque as periferias internalizariam etapas estratégicas, o que não condiz com a teoria da dependência, que aponta justamente o aprofundamento dessa exploração.
A alternativa b) fala sobre a dependência sendo deslocada para a esfera da circulação e redução da superexploração do trabalho, o que contraria a análise citada, pois a superexploração segue sendo um mecanismo fundamental.
A alternativa c) afirma que a reorganização das cadeias globais intensifica a transferência de valor e a superexploração, ou seja, aprofunda a integração subordinada, o que está em linha com a interpretação tradicional da dependência e dos comentários do enunciado.
A alternativa d) sugere que a hierarquia centro/periferia é atenuada, o que contraria o entendimento da questão, pois a dependência e a hierarquia permanecem presentes na organização global.
A alternativa e) coloca que a lógica da acumulação muda para privilegiar o mercado interno e a elevação dos salários, o que não é característico da dependência, que enfatiza a superexploração e a subordinação.
Portanto, a alternativa correta é a letra c: a globalização, ao reorganizar cadeias globais, aprofunda a integração subordinada das economias periféricas, intensificando transferência de valor e superexploração do trabalho.