David Castilho
EQUIPE
09/10/2026 • 06:01
Quando falamos sobre entrevista clínica e a relação terapêutica, um ponto fundamental é a capacidade do profissional de refletir sobre suas próprias reações emocionais durante o atendimento, o que chamamos de processos contratransferenciais. Esses processos são fundamentais porque ajudam o terapeuta a entender o que está acontecendo na interação, evitando que suas próprias emoções prejudiquem o trabalho. Além disso, a técnica de confrontação é uma ferramenta importante para promover o insight no paciente, ou seja, ajudar o sujeito a perceber aspectos de si mesmo que estavam fora de sua consciência, mobilizando sua capacidade de enfrentamento e mudança.
De acordo com Cunha (2007), compreender os próprios processos contratransferenciais permite ao terapeuta uma visão profunda e única da experiência do outro, e a confrontação deve ser feita de forma técnica, buscando sempre o crescimento do paciente, e não uma punição ou eliminação de defesas de modo abrupto.
Assim, a alternativa que melhor descreve essas características é a letra c), que apresenta a contratransferência como um caminho para a compreensão do outro e a confrontação como uma técnica que promove o insight e fortalecimento do sujeito.
Gabarito: c
De acordo com Cunha (2007), compreender os próprios processos contratransferenciais permite ao terapeuta uma visão profunda e única da experiência do outro, e a confrontação deve ser feita de forma técnica, buscando sempre o crescimento do paciente, e não uma punição ou eliminação de defesas de modo abrupto.
Assim, a alternativa que melhor descreve essas características é a letra c), que apresenta a contratransferência como um caminho para a compreensão do outro e a confrontação como uma técnica que promove o insight e fortalecimento do sujeito.
Gabarito: c