David Castilho
EQUIPE
09/10/2026 • 05:02
Vamos analisar a questão que trata do exame radiográfico da próstata em cães. Esse exame é utilizado para avaliar a forma, tamanho, posição e possíveis alterações dessa glândula, que pode ser afetada por várias condições como prostatite, neoplasias, cistos e abscessos.
A alternativa (a) está incorreta porque a próstata é uma glândula sólida, não apresenta opacidade de gás. Gases geralmente aparecem nas radiografias do trato gastrointestinal, e não dentro da próstata. Além disso, o formato arredondado pode ser típico, mas a opacidade gás é um erro de interpretação.
Na alternativa (b), fala-se sobre a simetria da próstata, o formato e a relação com a bexiga, e menciona que hipertrofia e prostatite causam aumento assimétrico. Geralmente, essas condições provocam aumento simétrico, não assimétrico. Já tumores e abscessos podem causar assimetria.
A alternativa (c) diz que prostatomegalia excêntrica, como em grandes cistos, abscessos e ocasionalmente em tumores, pode deslocar a bexiga em diferentes direções, o que é correto, visto que o aumento localizado pode empurrar os órgãos adjacentes para lados diferentes.
A alternativa (d) afirma que um tamanho prostático inferior a 90% da distância entre o púbis e o promontório sacral sugere lesão em massa. Esta informação está incorreta: o limite normal é em torno de 70% dessa distância, e quando excede isso, indica aumento. Além disso, lesionas em massa tendem a aumentar o tamanho, não a manter abaixo de um certo limite.
Já a alternativa (e) fala de alterações no padrão de opacidade gás da glândula, novamente errado, pois próstata não tem gás. A presença de calcificações pode indicar prostatite crônica ou neoplasia, o que é correto, mas o restante da alternativa apresenta erro.
Portanto, a alternativa que apresenta uma descrição correta sobre exame radiográfico do tecido prostático canino é a letra (c).
A alternativa (a) está incorreta porque a próstata é uma glândula sólida, não apresenta opacidade de gás. Gases geralmente aparecem nas radiografias do trato gastrointestinal, e não dentro da próstata. Além disso, o formato arredondado pode ser típico, mas a opacidade gás é um erro de interpretação.
Na alternativa (b), fala-se sobre a simetria da próstata, o formato e a relação com a bexiga, e menciona que hipertrofia e prostatite causam aumento assimétrico. Geralmente, essas condições provocam aumento simétrico, não assimétrico. Já tumores e abscessos podem causar assimetria.
A alternativa (c) diz que prostatomegalia excêntrica, como em grandes cistos, abscessos e ocasionalmente em tumores, pode deslocar a bexiga em diferentes direções, o que é correto, visto que o aumento localizado pode empurrar os órgãos adjacentes para lados diferentes.
A alternativa (d) afirma que um tamanho prostático inferior a 90% da distância entre o púbis e o promontório sacral sugere lesão em massa. Esta informação está incorreta: o limite normal é em torno de 70% dessa distância, e quando excede isso, indica aumento. Além disso, lesionas em massa tendem a aumentar o tamanho, não a manter abaixo de um certo limite.
Já a alternativa (e) fala de alterações no padrão de opacidade gás da glândula, novamente errado, pois próstata não tem gás. A presença de calcificações pode indicar prostatite crônica ou neoplasia, o que é correto, mas o restante da alternativa apresenta erro.
Portanto, a alternativa que apresenta uma descrição correta sobre exame radiográfico do tecido prostático canino é a letra (c).