Um homem de 34 anos é admitido no departamento de emergência após colisão automobilística de alta energia. Apresenta
extenso trauma maxilofacial, sangramento ativo em cavidade oral, múltiplas fraturas da face e importante edema facial.
Durante a abordagem inicial, permanece consciente, porém com estridor inspiratório progressivo e queda da saturação de
oxigênio, apesar da oferta de oxigênio suplementar. São realizadas duas tentativas de intubação orotraqueal por profissionais
experientes, ambas sem sucesso, devido à impossibilidade de visualização da glote e ao sangramento intenso. A ventilação
com máscara facial mostra-se ineficaz. Diante desse cenário de “não intuba, não ventila”, a equipe opta por estabelecer uma
via aérea cirúrgica de emergência.
Considerando os princípios atuais do manejo da via aérea difícil, a anatomia cervical e as indicações dos diferentes acessos
cirúrgicos, assinale a alternativa correta.