Equipe Gabarite
EQUIPE
09/10/2026 • 03:02
Essa questão aborda o manejo do derrame pleural complicado, em especial o empiema, que é a coleção purulenta em espaço pleural. O paciente descrito apresenta sinais clássicos de empiema, como febre persistente, dor torácica, derrame loculado e líquido pleural purulento. Isso indica que o tratamento deve ser agressivo para controlar a infecção e evitar complicações.
Inicialmente, deve-se manter a antibioticoterapia adequada, porém, só o uso de antibióticos não é suficiente para esvaziar o espaço infectado. A toracocentese diagnóstica é útil, mas para o tratamento do empiema é necessário o esvaziamento contínuo do líquido infeccioso.
A drenagem pleural com colocação de dreno torácico é a conduta padrão para o controle do empiema, promovendo a evacuação da coleção e o controle da infecção. Alternativas como toracocentese terapêutica isolada são inadequadas para coleções loculadas e purulentas, pois geralmente não esvaziam totalmente o empiema. A videotoracoscopia pode ser indicada como segunda linha, caso a drenagem com dreno e antibióticos não sejam suficientes, mas não como primeira abordagem. Quanto aos fibrinolíticos, eles podem ser usados para romper loculações, mas seu uso inicial deve ser associado a drenagem; ainda assim, não é sempre padrão inicial sem avaliação da resposta clínica e radiológica.
Assim, a melhor conduta inicial é a drenagem pleural via dreno torácico associada à antibioticoterapia para garantir a remoção eficaz da coleção infecciosa e o controle do foco.
Gabarito: letra c.
Inicialmente, deve-se manter a antibioticoterapia adequada, porém, só o uso de antibióticos não é suficiente para esvaziar o espaço infectado. A toracocentese diagnóstica é útil, mas para o tratamento do empiema é necessário o esvaziamento contínuo do líquido infeccioso.
A drenagem pleural com colocação de dreno torácico é a conduta padrão para o controle do empiema, promovendo a evacuação da coleção e o controle da infecção. Alternativas como toracocentese terapêutica isolada são inadequadas para coleções loculadas e purulentas, pois geralmente não esvaziam totalmente o empiema. A videotoracoscopia pode ser indicada como segunda linha, caso a drenagem com dreno e antibióticos não sejam suficientes, mas não como primeira abordagem. Quanto aos fibrinolíticos, eles podem ser usados para romper loculações, mas seu uso inicial deve ser associado a drenagem; ainda assim, não é sempre padrão inicial sem avaliação da resposta clínica e radiológica.
Assim, a melhor conduta inicial é a drenagem pleural via dreno torácico associada à antibioticoterapia para garantir a remoção eficaz da coleção infecciosa e o controle do foco.
Gabarito: letra c.