Equipe Gabarite
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09/10/2026 • 03:02
Essa questão aborda o manejo inicial do trauma com hemorragia ativa, especialmente na sala de trauma. É fundamental entender que o objetivo imediato é controlar a hemorragia e estabilizar o paciente sem agravar o sangramento.
No caso, o paciente apresenta sinais claros de choque hipovolêmico (palidez, extremidades frias, taquicardia, pressão baixa, além da presença de líquido livre intraperitoneal, que indica sangramento intra-abdominal). O manejo correto inclui ressuscitação volêmica cuidadosa, evitando grandes volumes de cristaloides, porque isso pode piorar a coagulopatia e aumentar a hemorragia.
As evidências atuais recomendam ativar rapidamente o protocolo de transfusão maciça com hemocomponentes (concentrado de hemácias, plasma e plaquetas), iniciar o ácido tranexâmico nas primeiras 3 horas para prevenir a fibrinólise excessiva e evitar hipertensão permissiva para não desestabilizar os coágulos formados antes do controle hemorrágico cirúrgico ou intervencionista.
Analisando as alternativas:
a) É incorreta porque grandes volumes de cristaloides são evitados e a transfusão não deve aguardar a hemoglobina cair abaixo de 7 g/dL em choque hemorrágico.
b) Errada, pois a transfusão deve incluir plasma e plaquetas de forma simultânea ou logo após o concentrado de hemácias para prevenção da coagulopatia.
c) Incorreta, pois o ácido tranexâmico deve ser administrado precocemente, sem necessidade de confirmação por exames sofisticados, para reduzir mortalidade.
d) Errada, porque a hipotensão permissiva é contraindicada na presença de traumatismo cranioencefálico, já que pode piorar a isquemia cerebral.
e) Correta, pois está de acordo com as práticas atuais: ativação precoce da transfusão maciça, ressuscitação hemostática, uso precoce do ácido tranexâmico e evitar hipertensão antes do controle cirúrgico do sangramento.
Portanto, a alternativa correta é a letra e.
No caso, o paciente apresenta sinais claros de choque hipovolêmico (palidez, extremidades frias, taquicardia, pressão baixa, além da presença de líquido livre intraperitoneal, que indica sangramento intra-abdominal). O manejo correto inclui ressuscitação volêmica cuidadosa, evitando grandes volumes de cristaloides, porque isso pode piorar a coagulopatia e aumentar a hemorragia.
As evidências atuais recomendam ativar rapidamente o protocolo de transfusão maciça com hemocomponentes (concentrado de hemácias, plasma e plaquetas), iniciar o ácido tranexâmico nas primeiras 3 horas para prevenir a fibrinólise excessiva e evitar hipertensão permissiva para não desestabilizar os coágulos formados antes do controle hemorrágico cirúrgico ou intervencionista.
Analisando as alternativas:
a) É incorreta porque grandes volumes de cristaloides são evitados e a transfusão não deve aguardar a hemoglobina cair abaixo de 7 g/dL em choque hemorrágico.
b) Errada, pois a transfusão deve incluir plasma e plaquetas de forma simultânea ou logo após o concentrado de hemácias para prevenção da coagulopatia.
c) Incorreta, pois o ácido tranexâmico deve ser administrado precocemente, sem necessidade de confirmação por exames sofisticados, para reduzir mortalidade.
d) Errada, porque a hipotensão permissiva é contraindicada na presença de traumatismo cranioencefálico, já que pode piorar a isquemia cerebral.
e) Correta, pois está de acordo com as práticas atuais: ativação precoce da transfusão maciça, ressuscitação hemostática, uso precoce do ácido tranexâmico e evitar hipertensão antes do controle cirúrgico do sangramento.
Portanto, a alternativa correta é a letra e.