David Castilho
EQUIPE
09/10/2026 • 03:02
Essa questão aborda um tema bastante relevante na cirurgia oncológica e reconstrutiva: a escolha do melhor método para cobertura de defeitos cirúrgicos no nariz após a ressecção de tumores como o carcinoma basocelular. A cirurgia gerou um defeito grande, envolvendo toda a espessura do dorso nasal e, mais especificamente, deixou o osso nasal exposto sem periósteo, ou seja, sem a camada responsável pela nutrição óssea e cicatrização adequada.
Quando o osso fica exposto sem periósteo, a cicatrização por segunda intenção (onde a ferida fica aberta para cicatrização natural) é desaconselhada, pois não há uma boa vascularização para favorecer essa cicatrização. O mesmo vale para o uso de curativos simples com pomadas, que dificilmente proporcionam uma recuperação adequada para o osso exposto.
Enxertos de pele, seja de espessura parcial ou total, precisam de um leito bem vascularizado para se integrar. O osso nasal sem periósteo não fornece essa base vascular necessária para o enxerto sobreviver e ser incorporado. Por isso, enxertos, em geral, não são a primeira escolha para o defeito descrito.
Assim, o método preferido para cobertura em casos com osso exposto sem periósteo é o uso de retalhos cutâneos, tanto locais (retalhos próximos ao nariz) quanto à distância (como retalhos da região da testa). Esses retalhos trazem seu próprio suprimento sanguíneo, permitindo a cobertura adequada e a cicatrização efetiva do defeito, protegendo o osso e garantindo melhor resultado cosmético e funcional.
Portanto, a alternativa correta é a letra c) Retalho cutâneo local ou à distância, por constituir o método de escolha na presença de osso nasal exposto sem periósteo.
Quando o osso fica exposto sem periósteo, a cicatrização por segunda intenção (onde a ferida fica aberta para cicatrização natural) é desaconselhada, pois não há uma boa vascularização para favorecer essa cicatrização. O mesmo vale para o uso de curativos simples com pomadas, que dificilmente proporcionam uma recuperação adequada para o osso exposto.
Enxertos de pele, seja de espessura parcial ou total, precisam de um leito bem vascularizado para se integrar. O osso nasal sem periósteo não fornece essa base vascular necessária para o enxerto sobreviver e ser incorporado. Por isso, enxertos, em geral, não são a primeira escolha para o defeito descrito.
Assim, o método preferido para cobertura em casos com osso exposto sem periósteo é o uso de retalhos cutâneos, tanto locais (retalhos próximos ao nariz) quanto à distância (como retalhos da região da testa). Esses retalhos trazem seu próprio suprimento sanguíneo, permitindo a cobertura adequada e a cicatrização efetiva do defeito, protegendo o osso e garantindo melhor resultado cosmético e funcional.
Portanto, a alternativa correta é a letra c) Retalho cutâneo local ou à distância, por constituir o método de escolha na presença de osso nasal exposto sem periósteo.