Marcos de Castro
EQUIPE
09/10/2026 • 02:01
Esse é um caso clássico da conduta em reanimação materna com parada cardiorrespiratória durante a gestação. A situação exige conhecimento sobre a chamada cesariana perimortem, que é uma emergência obstétrica feita para tentar salvar a mãe e o bebê.
O desenvolvimento do feto é estimado pelo fundo uterino. Um fundo uterino 4 cm acima da cicatriz umbilical sugere que a gestação está avançada, provavelmente acima de 20 semanas. A partir desse período, o útero grávido pode comprimir grandes vasos, como a veia cava e a aorta, piorando a circulação materna e dificultando a reanimação cardíaca. Isso é importante porque a manobra de cesariana perimortem não visa apenas o bebê, mas também alivia essa compressão, facilitando a circulação e aumentando a chance de retorno da circulação espontânea da mãe.
A recomendação atual, segundo guidelines internacionais, é iniciar a cesariana perimortem rapidamente se a mulher estiver grávida com mais de 20 semanas e não tiver retorno da circulação após 4 minutos de reanimação. O objetivo é que o parto aconteça no máximo em 5 minutos para melhorar o prognóstico de ambos. Portanto, a conduta correta é realizar a cesariana perimortem imediatamente no local de reanimação, sem aguardar confirmação de óbitos ou transferência para centro cirúrgico, porque a demora pode comprometer a sobrevivência.
Dessa forma, a alternativa correta é a letra b: Realizar cesariana perimortem imediatamente, no próprio local da reanimação.
O desenvolvimento do feto é estimado pelo fundo uterino. Um fundo uterino 4 cm acima da cicatriz umbilical sugere que a gestação está avançada, provavelmente acima de 20 semanas. A partir desse período, o útero grávido pode comprimir grandes vasos, como a veia cava e a aorta, piorando a circulação materna e dificultando a reanimação cardíaca. Isso é importante porque a manobra de cesariana perimortem não visa apenas o bebê, mas também alivia essa compressão, facilitando a circulação e aumentando a chance de retorno da circulação espontânea da mãe.
A recomendação atual, segundo guidelines internacionais, é iniciar a cesariana perimortem rapidamente se a mulher estiver grávida com mais de 20 semanas e não tiver retorno da circulação após 4 minutos de reanimação. O objetivo é que o parto aconteça no máximo em 5 minutos para melhorar o prognóstico de ambos. Portanto, a conduta correta é realizar a cesariana perimortem imediatamente no local de reanimação, sem aguardar confirmação de óbitos ou transferência para centro cirúrgico, porque a demora pode comprometer a sobrevivência.
Dessa forma, a alternativa correta é a letra b: Realizar cesariana perimortem imediatamente, no próprio local da reanimação.