Matheus Fernandes
EQUIPE
09/10/2026 • 02:01
Vamos conversar sobre espessamento endometrial em mulheres pós-menopausa, um tema importante na ginecologia. O endométrio é a camada interna do útero, e em mulheres na pós-menopausa ele geralmente é fino, porque os hormônios estão mais baixos. Quando há um espessamento maior que o esperado, pode ser sinal de algum problema, como hiperplasia ou até câncer.
No caso dessa paciente de 66 anos, com histórico de espessamento endometrial e histeroscopia anterior que mostrou glândulas dilatadas, mas sem atipias (ou seja, sem alterações que sugerem malignidade), e sem sintomas como sangramento vaginal, o quadro clínico e os exames de imagem indicam uma condição benigna.
As diretrizes da FEBRASGO, ACOG e SOGC indicam que em mulheres pós-menopausa assintomáticas, com espessamento endometrial sem características suspeitas e biópsia negativa para malignidade, a conduta é basicamente conservadora, ou seja, observação. Repetir exames de imagem periodicamente pode ser recomendável para monitoramento e para certificar que nada mais grave esteja se desenvolvendo. Procedimentos invasivos como histerectomia ou histeroscopia cirúrgica só são indicados se houver sintomas ou alterações suspeitas nos exames.
Assim, a alternativa que melhor representa essa conduta mais adequada e atual é a observação, chamada de conduta expectante, com acompanhamento clínico e por imagem. Diante do quadro, não há necessidade de cirurgias ou exames adicionais como RNM agora.
Gabarito: e
No caso dessa paciente de 66 anos, com histórico de espessamento endometrial e histeroscopia anterior que mostrou glândulas dilatadas, mas sem atipias (ou seja, sem alterações que sugerem malignidade), e sem sintomas como sangramento vaginal, o quadro clínico e os exames de imagem indicam uma condição benigna.
As diretrizes da FEBRASGO, ACOG e SOGC indicam que em mulheres pós-menopausa assintomáticas, com espessamento endometrial sem características suspeitas e biópsia negativa para malignidade, a conduta é basicamente conservadora, ou seja, observação. Repetir exames de imagem periodicamente pode ser recomendável para monitoramento e para certificar que nada mais grave esteja se desenvolvendo. Procedimentos invasivos como histerectomia ou histeroscopia cirúrgica só são indicados se houver sintomas ou alterações suspeitas nos exames.
Assim, a alternativa que melhor representa essa conduta mais adequada e atual é a observação, chamada de conduta expectante, com acompanhamento clínico e por imagem. Diante do quadro, não há necessidade de cirurgias ou exames adicionais como RNM agora.
Gabarito: e