David Castilho
EQUIPE
09/10/2026 • 02:01
O caso clínico descrito apresenta uma mulher jovem com sinais claros de infecção pélvica aguda: dor abdominal súbita, febre alta, taquicardia, corrimento vaginal purulento e de odor fétido, além de dor à mobilização do colo uterino e dor uterina à palpação, o que caracteriza uma quadro sugestivo de Doença Inflamatória Pélvica (DIP). A DIP é uma infecção dos órgãos genitais superiores, geralmente causada por agentes como Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis, e pode se complicar rapidamente, levando à formação de abscessos e risco de infertilidade.
Diante da gravidade do quadro - febre alta, taquicardia e dor intensa - o tratamento inicial recomendado é hospitalização para administração de antibióticos parenterais (via endovenosa). Isso porque a infecção está ativa e pode evoluir para complicações graves, portanto, o uso de antibióticos orais isoladamente, somente após avaliação do quadro, é insuficiente. O regime clássico para casos graves de DIP inclui a combinação de clindamicina e gentamicina por via endovenosa, que cobre bem os agentes anaeróbios e aeróbios envolvidos.
As alternativas a) e b) são procedimentos cirúrgicos e não indicados como primeira medida, a menos que haja suspeita de complicações como abscesso com indicação cirúrgica. A alternativa d) indica tratamento oral, adequado para casos leves a moderados, mas não para casos graves com febre alta e sinais sistêmicos; e a alternativa e) é um esquema de tratamento para infecções sexualmente transmissíveis leves (como cervicite), não para DIP aguda grave.
Portanto, a alternativa correta é a c), que corresponde à internação e início de tratamento endovenoso com clindamicina e gentamicina.
Diante da gravidade do quadro - febre alta, taquicardia e dor intensa - o tratamento inicial recomendado é hospitalização para administração de antibióticos parenterais (via endovenosa). Isso porque a infecção está ativa e pode evoluir para complicações graves, portanto, o uso de antibióticos orais isoladamente, somente após avaliação do quadro, é insuficiente. O regime clássico para casos graves de DIP inclui a combinação de clindamicina e gentamicina por via endovenosa, que cobre bem os agentes anaeróbios e aeróbios envolvidos.
As alternativas a) e b) são procedimentos cirúrgicos e não indicados como primeira medida, a menos que haja suspeita de complicações como abscesso com indicação cirúrgica. A alternativa d) indica tratamento oral, adequado para casos leves a moderados, mas não para casos graves com febre alta e sinais sistêmicos; e a alternativa e) é um esquema de tratamento para infecções sexualmente transmissíveis leves (como cervicite), não para DIP aguda grave.
Portanto, a alternativa correta é a c), que corresponde à internação e início de tratamento endovenoso com clindamicina e gentamicina.