Equipe Gabarite
EQUIPE
09/10/2026 • 01:01
Vamos conversar sobre indicadores de saúde, que são ferramentas essenciais para entendermos como anda a saúde de uma população.
Primeiro, precisamos entender a diferença entre proporções, coeficientes e taxas: proporções são relação entre partes e o todo, coeficientes também, mas geralmente apresentam uma relação entre eventos e população em risco, taxas levam a dimensão do tempo em conta.
Agora, analisando as alternativas:
A alternativa (a) fala da proporção de óbitos sem assistência entre causas mal definidas como indicador de cobertura e qualidade da assistência. Isso está correto, pois avalia o quanto a assistência está chegando às pessoas e sua qualidade.
Na (b), diz que a mortalidade por causas mal definidas vem caindo e que isso sugere melhora do diagnóstico, o que está correto.
Na (c), fala que mortes maternas são devidas a complicações da gravidez e parto estendendo-se por 30 dias pós-parto. Na verdade, oficializamos que o período materno abrange até 42 dias após o parto, não 30.
A (d) diz que causas indiretas de mortalidade materna predominam onde a mortalidade materna é elevada, o que é uma afirmação verdadeira, pois em países com mais mortalidade materna, as causas indiretas (como doenças preexistentes agravadas pela gravidez) são mais prevalentes.
E a (e) afirma que a expectativa de vida é influenciada pela estrutura etária da população, ao contrário das taxas de mortalidade geral, o que está incorreto, pois a expectativa de vida é um indicador sintético que busca abstrair as diferenças de estrutura etária, enquanto taxas podem ser afetadas por isso.
Portanto, a única alternativa que expressa corretamente os conceitos mencionados é a alternativa (a).
Primeiro, precisamos entender a diferença entre proporções, coeficientes e taxas: proporções são relação entre partes e o todo, coeficientes também, mas geralmente apresentam uma relação entre eventos e população em risco, taxas levam a dimensão do tempo em conta.
Agora, analisando as alternativas:
A alternativa (a) fala da proporção de óbitos sem assistência entre causas mal definidas como indicador de cobertura e qualidade da assistência. Isso está correto, pois avalia o quanto a assistência está chegando às pessoas e sua qualidade.
Na (b), diz que a mortalidade por causas mal definidas vem caindo e que isso sugere melhora do diagnóstico, o que está correto.
Na (c), fala que mortes maternas são devidas a complicações da gravidez e parto estendendo-se por 30 dias pós-parto. Na verdade, oficializamos que o período materno abrange até 42 dias após o parto, não 30.
A (d) diz que causas indiretas de mortalidade materna predominam onde a mortalidade materna é elevada, o que é uma afirmação verdadeira, pois em países com mais mortalidade materna, as causas indiretas (como doenças preexistentes agravadas pela gravidez) são mais prevalentes.
E a (e) afirma que a expectativa de vida é influenciada pela estrutura etária da população, ao contrário das taxas de mortalidade geral, o que está incorreto, pois a expectativa de vida é um indicador sintético que busca abstrair as diferenças de estrutura etária, enquanto taxas podem ser afetadas por isso.
Portanto, a única alternativa que expressa corretamente os conceitos mencionados é a alternativa (a).