David Castilho
EQUIPE
09/10/2026 • 01:01
Essa questão diz respeito ao impacto do desemprego não só na economia, mas também no aspecto subjetivo e social das pessoas. É importante entender que o desemprego não afeta apenas a renda, mas pode influenciar sentimentos pessoais, autoestima, e relações sociais.
Começando pela alternativa (a), ela fala do desempregado de longa duração, que realmente enfrenta dificuldades para planejar o futuro e pode se sentir desconectado do grupo social onde estava inserido, o que está correto.
A alternativa (b) generaliza que o indivíduo desempregado é sempre visto como vítima do sistema, mas na realidade a percepção social pode ser variada, algumas vezes responsabilizam o indivíduo, outras vezes a estrutura.
Na (c), a ideia de que o desemprego estrutural traz sofrimento a quem perde o emprego é verdade, mas que traz contentamento a quem permanece empregado não é algo correto nem usual de se afirmar, pois mesmo os empregados podem sofrer insegurança ou empatia.
A (d) fala sobre benefícios subjetivos do trabalho ao alinhar os interesses pessoais e empresariais. Isso tem um fundo de verdade, porque o trabalho pode gerar sentido e identidade, mas essa conciliação nem sempre existe, pode haver conflito.
Por fim, a (e) sugere que o desemprego, apesar do impacto negativo geral, pode fortalecer os laços familiares. Embora seja possível em casos específicos, essa afirmação é muito generalizada e não pode ser considerada uma verdade universal.
Portanto, a afirmativa que está mais consistente com o que sabemos sobre os impactos subjetivos do desemprego é a alternativa (a), pois descreve corretamente as dificuldades do desempregado de longa duração.
Gabarito: a
Começando pela alternativa (a), ela fala do desempregado de longa duração, que realmente enfrenta dificuldades para planejar o futuro e pode se sentir desconectado do grupo social onde estava inserido, o que está correto.
A alternativa (b) generaliza que o indivíduo desempregado é sempre visto como vítima do sistema, mas na realidade a percepção social pode ser variada, algumas vezes responsabilizam o indivíduo, outras vezes a estrutura.
Na (c), a ideia de que o desemprego estrutural traz sofrimento a quem perde o emprego é verdade, mas que traz contentamento a quem permanece empregado não é algo correto nem usual de se afirmar, pois mesmo os empregados podem sofrer insegurança ou empatia.
A (d) fala sobre benefícios subjetivos do trabalho ao alinhar os interesses pessoais e empresariais. Isso tem um fundo de verdade, porque o trabalho pode gerar sentido e identidade, mas essa conciliação nem sempre existe, pode haver conflito.
Por fim, a (e) sugere que o desemprego, apesar do impacto negativo geral, pode fortalecer os laços familiares. Embora seja possível em casos específicos, essa afirmação é muito generalizada e não pode ser considerada uma verdade universal.
Portanto, a afirmativa que está mais consistente com o que sabemos sobre os impactos subjetivos do desemprego é a alternativa (a), pois descreve corretamente as dificuldades do desempregado de longa duração.
Gabarito: a