Um homem de 28 anos procura o pronto-socorro com dor torácica súbita à direit...

Um homem de 28 anos procura o pronto-socorro com dor torácica súbita à direita e dispneia. A radiografia de tórax evidencia pneumotórax espontâneo pequeno, sem sinais de instabilidade hemodinâmica....


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Um homem de 28 anos procura o pronto-socorro com dor torácica súbita à direita e dispneia. A radiografia de tórax evidencia pneumotórax espontâneo pequeno, sem sinais de instabilidade hemodinâmica. Após algumas horas de observação, novo exame demonstra aumento do pneumotórax e piora da dispneia.
Qual é a conduta mais adequada?
Analisando...
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  • Equipe Gabarite
    Equipe Gabarite EQUIPE
    08/10/2026 • 23:02
    Vamos falar sobre pneumotórax espontâneo, que é quando há ar no espaço pleural sem trauma evidente, levando ao colapso parcial ou total do pulmão. No caso, um homem jovem teve dor torácica súbita e dispneia, e a radiografia mostrou pneumotórax pequeno inicialmente, sem instabilidade. Isso já é um quadro típico de pneumotórax espontâneo primário, que geralmente ocorre em adultos jovens e magros.

    A conduta inicial para pneumotórax pequeno e estável costuma ser a observação com controle clínico e radiológico, pois muitos casos reabsorvem o ar espontaneamente.

    Porém, o cenário mudou: após algumas horas, o pneumotórax aumentou e a dispneia piorou. Isso indica que a situação está se agravando e não está se resolvendo sozinha. Nessas situações, o tratamento conservador deixa de ser adequado, e se recomenda a drenagem pleural para retirar o ar e permitir que o pulmão se reexpanda.

    Drenagem com cateter fino é uma abordagem moderna, minimamente invasiva, eficaz e com bons resultados para pneumotórax espontâneo que progride ou é sintomático.

    Alternativas como alta ou só observação não são adequadas após piora. Videotoracoscopia é mais invasiva e reservada para casos persistentes ou recorrentes, não para o primeiro episódio que está aumentado. Anticoagulação não tem papel nesse contexto, pois não há indicação de tromboembolismo.

    Portanto, a conduta mais adequada é a drenagem pleural com cateter fino, opção b.
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