Marcos de Castro
EQUIPE
08/10/2026 • 23:02
Vamos falar sobre o manejo inicial de um paciente que chega em parada cardiorrespiratória (PCR) por trauma torácico. Essa situação é crítica e requer decisões rápidas. O ritmo apresentado, AESP (atividade elétrica sem pulso), indica que o coração tem atividade elétrica, mas não está gerando pulso eficaz. Isso pode acontecer em choques causados por tamponamento cardíaco, pneumotórax hipertensivo ou hemorragia, entre outros.
Aqui, o paciente tem um ferimento por arma branca no hemitórax esquerdo, pouca hemorragia externa, pupilas reativas e pulso muito fraco e intermitente. Isso sugere que ainda há chances de reversão, especialmente se houver uma causa tratável rapidamente, como tamponamento cardíaco.
A conduta recomendada nesses casos é realizar uma toracotomia de reanimação imediata na sala de emergência. Essa é uma cirurgia de emergência que permite o alívio do tamponamento, controle de sangramentos e busca por causa reversível da parada. As outras opções, como drenagem torácica (e), podem ser insuficientes para reverter a situação grave. Encaminhar direto para o centro cirúrgico (c) pode atrasar a intervenção crucial. Tornar a toracoscopia (b) ou encerrar a reanimação (d) não são adequados nesse contexto onde ainda há sinais vitais.
Portanto, o procedimento mais adequado é a toracotomia de reanimação na sala de emergência para tentar reverter essa parada cardíaca causada por trauma torácico grave.
Gabarito: a
Aqui, o paciente tem um ferimento por arma branca no hemitórax esquerdo, pouca hemorragia externa, pupilas reativas e pulso muito fraco e intermitente. Isso sugere que ainda há chances de reversão, especialmente se houver uma causa tratável rapidamente, como tamponamento cardíaco.
A conduta recomendada nesses casos é realizar uma toracotomia de reanimação imediata na sala de emergência. Essa é uma cirurgia de emergência que permite o alívio do tamponamento, controle de sangramentos e busca por causa reversível da parada. As outras opções, como drenagem torácica (e), podem ser insuficientes para reverter a situação grave. Encaminhar direto para o centro cirúrgico (c) pode atrasar a intervenção crucial. Tornar a toracoscopia (b) ou encerrar a reanimação (d) não são adequados nesse contexto onde ainda há sinais vitais.
Portanto, o procedimento mais adequado é a toracotomia de reanimação na sala de emergência para tentar reverter essa parada cardíaca causada por trauma torácico grave.
Gabarito: a