Camila Duarte
EQUIPE
08/10/2026 • 23:02
Vamos falar um pouco sobre desidratação em crianças, um tema super importante na pediatria e muito recorrente em concursos. Quando uma criança apresenta diarreia grave e sinais clínicos de desidratação, é essencial seguir protocolos rígidos para reidratação rápida e adequada, evitando complicações como choque e falência orgânica.
O caso descreve uma criança com sinais de desidratação grave, mas sem choque, o que já direciona para a indicação de hidratação venosa conforme Plano C, segundo o Ministério da Saúde, OMS e SBP. O Plano C prevê uma reidratação rápida com solução salina isotônica, geralmente soro fisiológico (SF 0,9%) ou ringer-lactato, usando uma fase de reposição rápida para corrigir o déficit hídrico, seguida de uma fase para manutenção e reposição gradual.
O protocolo típico do Plano C para desidratação grave (sem choque) é administrar 30 mL/kg do soro isotônico em 30 minutos, com reavaliação clínica frequente. Após essa fase inicial, administra-se 70 mL/kg em 2h30 para manter e repor o restante do déficit, de modo a corrigir a desidratação sem causar sobrecarga. Essa conduta é refletida na alternativa (a).
Já as outras alternativas apresentam volumes ou tempos inadequados, uso de soluções impróprias (como glicose em grande volume na emergência sem fase de expansão) ou ajustes de tempo que não coincidem com o protocolo aceito. Portanto, a opção correta que segue essas recomendações vigentes é a alternativa a).
O caso descreve uma criança com sinais de desidratação grave, mas sem choque, o que já direciona para a indicação de hidratação venosa conforme Plano C, segundo o Ministério da Saúde, OMS e SBP. O Plano C prevê uma reidratação rápida com solução salina isotônica, geralmente soro fisiológico (SF 0,9%) ou ringer-lactato, usando uma fase de reposição rápida para corrigir o déficit hídrico, seguida de uma fase para manutenção e reposição gradual.
O protocolo típico do Plano C para desidratação grave (sem choque) é administrar 30 mL/kg do soro isotônico em 30 minutos, com reavaliação clínica frequente. Após essa fase inicial, administra-se 70 mL/kg em 2h30 para manter e repor o restante do déficit, de modo a corrigir a desidratação sem causar sobrecarga. Essa conduta é refletida na alternativa (a).
Já as outras alternativas apresentam volumes ou tempos inadequados, uso de soluções impróprias (como glicose em grande volume na emergência sem fase de expansão) ou ajustes de tempo que não coincidem com o protocolo aceito. Portanto, a opção correta que segue essas recomendações vigentes é a alternativa a).