Ingrid Nunes
EQUIPE
08/10/2026 • 23:02
Essa questão aborda uma síndrome clínica comum em pediatria: a faringoamigdalite bacteriana causada pelo Streptococcus pyogenes (ou Streptococcus do grupo A). Essa infecção apresenta quadro de febre alta súbita, dor de garganta intensa, dificuldade para engolir, exsudatos purulentos nas amígdalas, petéquias no palato e linfonodos dolorosos, como descrito no caso.
O diagnóstico é principalmente clínico, baseado nos sinais e sintomas, porém, testes laboratoriais como o teste rápido de antígeno estreptocócico podem ser feitos para confirmar, embora na prática diária o tratamento costuma ser iniciado com base no quadro clínico para evitar complicações.
O antibiótico de escolha para a faringoamigdalite estreptocócica é a penicilina ou amoxicilina, geralmente administrada por 10 dias para garantir erradicação completa do agente e prevenir complicações. A dose mencionada na alternativa b (50 mg/kg/dia em 3 doses durante 7 dias) é inferior ao regimen usual de 10 dias, portanto incorreta.
Hepatoesplenomegalia e linfocitose atípica são achados comuns na mononucleose infecciosa, causada pelo vírus Epstein-Barr, que pode mimetizar a faringite, mas não no caso da faringoamigdalite estreptocócica.
A associação com clavulanato não é necessária para o tratamento da faringite estreptocócica, uma vez que o Streptococcus pyogenes não produz beta-lactamase e é sensível à penicilina.
Além disso, esse agente raramente apresenta resistência à penicilina, tornando o antibiótico altamente efetivo, com baixa concentração inibitória mínima (CIM).
Dessa forma, a única alternativa correta é a letra e) que afirma a ausência de resistência do agente à penicilina e baixa CIM, refletindo o tratamento clássico e eficaz da faringoamigdalite estreptocócica.
O diagnóstico é principalmente clínico, baseado nos sinais e sintomas, porém, testes laboratoriais como o teste rápido de antígeno estreptocócico podem ser feitos para confirmar, embora na prática diária o tratamento costuma ser iniciado com base no quadro clínico para evitar complicações.
O antibiótico de escolha para a faringoamigdalite estreptocócica é a penicilina ou amoxicilina, geralmente administrada por 10 dias para garantir erradicação completa do agente e prevenir complicações. A dose mencionada na alternativa b (50 mg/kg/dia em 3 doses durante 7 dias) é inferior ao regimen usual de 10 dias, portanto incorreta.
Hepatoesplenomegalia e linfocitose atípica são achados comuns na mononucleose infecciosa, causada pelo vírus Epstein-Barr, que pode mimetizar a faringite, mas não no caso da faringoamigdalite estreptocócica.
A associação com clavulanato não é necessária para o tratamento da faringite estreptocócica, uma vez que o Streptococcus pyogenes não produz beta-lactamase e é sensível à penicilina.
Além disso, esse agente raramente apresenta resistência à penicilina, tornando o antibiótico altamente efetivo, com baixa concentração inibitória mínima (CIM).
Dessa forma, a única alternativa correta é a letra e) que afirma a ausência de resistência do agente à penicilina e baixa CIM, refletindo o tratamento clássico e eficaz da faringoamigdalite estreptocócica.