Marcos de Castro
EQUIPE
08/10/2026 • 23:02
Vamos conversar um pouco sobre o Transtorno do Espectro Autista, conhecido como TEA. Uma das características principais desse transtorno são os déficits persistentes na comunicação social e nos comportamentos restritos e repetitivos, exatamente como descrito no caso apresentado.
No exame clínico, não é exigido atraso motor para estabelecer o diagnóstico de TEA, portanto a alternativa a) está errada.
A ausência de apontar para compartilhar interesse, como no caso citado, é realmente um dos sinais precoces e bastante indicativos para TEA, principalmente quando acompanhada de outros sinais como o isolamento social, evitamento do contato visual e comportamentos repetitivos. Isso fortalece muito a hipótese e deve levar o pediatra a encaminhar para uma avaliação multidisciplinar. Isso faz a alternativa b) a correta.
Já a alternativa c) é incorreta porque o diagnóstico de TEA é eminentemente clínico; exames como ressonância magnética ou EEG podem ajudar em alguns casos para excluir outras condições, mas não são obrigatórios para o diagnóstico.
A alternativa d) está errada porque TEA não exige regressão do desenvolvimento; muitos casos apresentam desenvolvimento típico inicial, sem perda de habilidades. Além disso, o caso apresenta sintomas clássicos do TEA, que vão além de um transtorno isolado da linguagem.
Por fim, a alternativa e) também está incorreta. Embora algumas mutações genéticas estejam associadas ao TEA, a identificação dessas mutações não é obrigatória para o diagnóstico, que permanece clínico. A genética pode ajudar no entendimento e na abordagem, mas não condiciona o diagnóstico.
Portanto, a alternativa correta é a b).
No exame clínico, não é exigido atraso motor para estabelecer o diagnóstico de TEA, portanto a alternativa a) está errada.
A ausência de apontar para compartilhar interesse, como no caso citado, é realmente um dos sinais precoces e bastante indicativos para TEA, principalmente quando acompanhada de outros sinais como o isolamento social, evitamento do contato visual e comportamentos repetitivos. Isso fortalece muito a hipótese e deve levar o pediatra a encaminhar para uma avaliação multidisciplinar. Isso faz a alternativa b) a correta.
Já a alternativa c) é incorreta porque o diagnóstico de TEA é eminentemente clínico; exames como ressonância magnética ou EEG podem ajudar em alguns casos para excluir outras condições, mas não são obrigatórios para o diagnóstico.
A alternativa d) está errada porque TEA não exige regressão do desenvolvimento; muitos casos apresentam desenvolvimento típico inicial, sem perda de habilidades. Além disso, o caso apresenta sintomas clássicos do TEA, que vão além de um transtorno isolado da linguagem.
Por fim, a alternativa e) também está incorreta. Embora algumas mutações genéticas estejam associadas ao TEA, a identificação dessas mutações não é obrigatória para o diagnóstico, que permanece clínico. A genética pode ajudar no entendimento e na abordagem, mas não condiciona o diagnóstico.
Portanto, a alternativa correta é a b).