Matheus Fernandes
EQUIPE
08/10/2026 • 23:02
Vamos falar sobre vacinas na gestação, um tema super importante para a saúde da mãe e do bebê. Durante a gravidez, não são todas as vacinas liberadas, porque algumas podem ser feitas apenas após o parto para proteger mãe e criança. Além disso, há vacinas específicas para gestantes, como a DTPa e a influenza.
No caso dessa gestante, com 12 semanas e sorologia negativa para rubéola (IgG não reagente), ela não teve proteção contra essa doença, e portanto a vacina tríplice viral (que protege contra sarampo, caxumba e rubéola) é recomendada no pós-parto, nunca durante a gestação, para evitar risco ao feto.
Sobre a febre amarela, a vacina só deve ser tomada na gestação se houver risco ou área endêmica, portanto a alternativa (a) está incorreta pois não é indicada se não estiver na área de risco.
Já a DTPa (difteria, tétano e coqueluche acelular) é recomendada em cada gravidez, geralmente entre 27 e 36 semanas até 38 semanas, independente da vacina anterior, para otimizar a proteção do bebê contra coqueluche. Então a alternativa (b) está incorreta porque mesmo tendo tomado na gestação anterior há menos de 5 anos, ela deve receber uma dose nesta gestação.
Em relação à influenza, a vacinação é recomendada a qualquer momento da gestação, não se restringindo após 20 semanas, de modo que a alternativa (c) está errada.
A imunoglobulina anti-D deve ser administrada a gestantes Rh negativo cuja parceira é Rh positivo para reduzir o risco de isoimunização, mas ela é feita geralmente por volta da 28ª semana e dentro de 72 horas após parto, aborto ou procedimentos invasivos; não a partir do segundo trimestre, portanto alternativa (d) não está correta.
Portanto, a única alternativa correta e segura no caso descrito é a (e): deve-se administrar a vacina tríplice viral no puerpério, já que essa gestante não tem imunidade para rubéola e essa vacina é contraindicada na gravidez.
Gabarito: e
No caso dessa gestante, com 12 semanas e sorologia negativa para rubéola (IgG não reagente), ela não teve proteção contra essa doença, e portanto a vacina tríplice viral (que protege contra sarampo, caxumba e rubéola) é recomendada no pós-parto, nunca durante a gestação, para evitar risco ao feto.
Sobre a febre amarela, a vacina só deve ser tomada na gestação se houver risco ou área endêmica, portanto a alternativa (a) está incorreta pois não é indicada se não estiver na área de risco.
Já a DTPa (difteria, tétano e coqueluche acelular) é recomendada em cada gravidez, geralmente entre 27 e 36 semanas até 38 semanas, independente da vacina anterior, para otimizar a proteção do bebê contra coqueluche. Então a alternativa (b) está incorreta porque mesmo tendo tomado na gestação anterior há menos de 5 anos, ela deve receber uma dose nesta gestação.
Em relação à influenza, a vacinação é recomendada a qualquer momento da gestação, não se restringindo após 20 semanas, de modo que a alternativa (c) está errada.
A imunoglobulina anti-D deve ser administrada a gestantes Rh negativo cuja parceira é Rh positivo para reduzir o risco de isoimunização, mas ela é feita geralmente por volta da 28ª semana e dentro de 72 horas após parto, aborto ou procedimentos invasivos; não a partir do segundo trimestre, portanto alternativa (d) não está correta.
Portanto, a única alternativa correta e segura no caso descrito é a (e): deve-se administrar a vacina tríplice viral no puerpério, já que essa gestante não tem imunidade para rubéola e essa vacina é contraindicada na gravidez.
Gabarito: e