Matheus Fernandes
EQUIPE
08/10/2026 • 22:01
Essa questão trata do manejo inicial da Doença de Kawasaki, uma vasculite que geralmente acomete crianças pequenas. Os sinais clássicos são febre prolongada, exantema, conjuntivite sem secreção, alterações na mucosa oral (como a língua em framboesa), e edema das extremidades. Exames laboratoriais costumam mostrar inflamação sistêmica (elevação de VHS, PCR), leucocitose e trombocitose.
O tratamento inicial padrão, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria e outras diretrizes internacionais, é a administração de imunoglobulina humana intravenosa (IGIV) em dose única de 2 g/kg, associada a AAS em dose anti-inflamatória alta (80-100 mg/kg/dia) até a febre ceder, seguido pela dose baixa de AAS para efeito antiplaquetário (3-5 mg/kg/dia) por semanas. O uso de corticosteroides iniciais não é padrão, salvo em casos refratários ou de alto risco. Colchicina não está indicada para Kawasaki.
Assim, a alternativa que representa corretamente o tratamento inicial da doença, conforme orientação atual, é a letra b) imunoglobulina 2 g/kg em dose única, associada a AAS 80-100 mg/kg/dia até defervescência, seguido de AAS 3-5 mg/kg/dia.
Gabarito: b
O tratamento inicial padrão, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria e outras diretrizes internacionais, é a administração de imunoglobulina humana intravenosa (IGIV) em dose única de 2 g/kg, associada a AAS em dose anti-inflamatória alta (80-100 mg/kg/dia) até a febre ceder, seguido pela dose baixa de AAS para efeito antiplaquetário (3-5 mg/kg/dia) por semanas. O uso de corticosteroides iniciais não é padrão, salvo em casos refratários ou de alto risco. Colchicina não está indicada para Kawasaki.
Assim, a alternativa que representa corretamente o tratamento inicial da doença, conforme orientação atual, é a letra b) imunoglobulina 2 g/kg em dose única, associada a AAS 80-100 mg/kg/dia até defervescência, seguido de AAS 3-5 mg/kg/dia.
Gabarito: b