Marcos de Castro
EQUIPE
08/10/2026 • 15:02
Vamos falar um pouco sobre a intervenção de grupos em contextos hospitalares, especialmente quando lidamos com familiares de pacientes pediátricos. Esse tipo de trabalho busca criar um espaço seguro para troca de informações, suporte emocional e orientação sobre o tratamento e a rotina hospitalar.
Na questão, o psicólogo propõe encontros grupais que têm como foco esclarecer dúvidas, promover troca de experiências e oferecer suporte emocional. Ou seja, o enfoque principal é a orientação e o acolhimento, com impacto na adaptação emocional dos familiares, e não um trabalho terapêutico profundo ou psicoterapia grupal estrita.
A alternativa (a) fala em elaboração aprofundada de conflitos e prioridade para interpretação clínica, algo mais ligado a psicoterapia psicanalítica, que não é o foco aqui. Já a alternativa (b) recomenda como uma psicoterapia para manejo de sintomas emocionais, o que também não encaixa exatamente, pois o objetivo é mais informativo e de suporte.
A alternativa (c) expressa exatamente o que ocorre: uma estratégia de orientação e acolhimento que amplia a compreensão do tratamento e favorece a adaptação emocional dos familiares à hospitalização, reconhecendo o valor do grupo nesse contexto.
As alternativas (d) e (e) erram ao condicionar ou limitar o uso do grupo a situações de conflito ou informar que reduziriam a necessidade de esclarecimentos individuais, que são sempre importantes e necessários enquanto complementar.
Portanto, a melhor resposta é a letra (c).
Na questão, o psicólogo propõe encontros grupais que têm como foco esclarecer dúvidas, promover troca de experiências e oferecer suporte emocional. Ou seja, o enfoque principal é a orientação e o acolhimento, com impacto na adaptação emocional dos familiares, e não um trabalho terapêutico profundo ou psicoterapia grupal estrita.
A alternativa (a) fala em elaboração aprofundada de conflitos e prioridade para interpretação clínica, algo mais ligado a psicoterapia psicanalítica, que não é o foco aqui. Já a alternativa (b) recomenda como uma psicoterapia para manejo de sintomas emocionais, o que também não encaixa exatamente, pois o objetivo é mais informativo e de suporte.
A alternativa (c) expressa exatamente o que ocorre: uma estratégia de orientação e acolhimento que amplia a compreensão do tratamento e favorece a adaptação emocional dos familiares à hospitalização, reconhecendo o valor do grupo nesse contexto.
As alternativas (d) e (e) erram ao condicionar ou limitar o uso do grupo a situações de conflito ou informar que reduziriam a necessidade de esclarecimentos individuais, que são sempre importantes e necessários enquanto complementar.
Portanto, a melhor resposta é a letra (c).