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Durante a reconciliação medicamentosa de um paciente internado em uma unidade...

Durante a reconciliação medicamentosa de um paciente internado em uma unidade de terapia intensiva, o farmacêutico identifica que ele recebeu recentemente o diagnóstico de doença de Alzheimer em fa...


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Durante a reconciliação medicamentosa de um paciente internado em uma unidade de terapia intensiva, o farmacêutico identifica que ele recebeu recentemente o diagnóstico de doença de Alzheimer em fase leve e ainda não iniciou tratamento farmacológico específico. Após estabilização clínica, a equipe multiprofissional discute a instituição da terapia farmacológica para a doença de Alzheimer.

Considerando as recomendações atuais, assinale a alternativa que apresenta a terapia farmacológica de primeira linha para esse paciente.
Analisando...
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  • David Castilho
    David Castilho EQUIPE
    08/10/2026 • 14:02
    O tratamento farmacológico da doença de Alzheimer varia conforme o estágio da doença. Nas fases iniciais, como na fase leve, o foco é tentar preservar a função cognitiva e retardar a progressão dos sintomas. Para essa finalidade, os inibidores da acetilcolinesterase, como donepezila, galantamina e rivastigmina, são considerados a primeira linha de tratamento, pois aumentam a disponibilidade de acetilcolina no cérebro, uma substância importante para a memória e o aprendizado.

    Por outro lado, o antagonista dos receptores NMDA, a memantina, é indicado preferencialmente para fases moderada a grave da doença de Alzheimer, quando já há comprometimento cognitivo mais acentuado e maior neurodegeneração.

    A combinação dos dois tipos de medicamentos pode ser utilizada em estágios mais avançados, mas não é padrão iniciar essa associação na fase leve. Além disso, não é recomendada a associação de dois inibidores da acetilcolinesterase, pois isso não traz benefícios e pode aumentar efeitos adversos.

    Portanto, para um paciente com diagnóstico recente de doença de Alzheimer em fase leve, a recomendação atual é iniciar um inibidor da acetilcolinesterase como terapia de primeira linha.
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