Equipe Gabarite
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08/10/2026 • 14:02
Nesta questão, o tema central é a seleção de medicamentos dentro da assistência farmacêutica hospitalar. Essa seleção deve seguir critérios técnicos que assegurem o uso racional, seguro e eficaz dos medicamentos, além de otimizar recursos financeiros. Vamos analisar as alternativas uma a uma.
A alternativa (a) sugere priorizar medicamentos para doenças raras devido ao seu alto custo, mas isso não é correto, pois a seleção deve priorizar medicamentos que atendam à maior necessidade terapêutica e impacto em saúde pública, além da relação custo-benefício, e não usar fatores de custo isoladamente.
A alternativa (b) diz que se deve priorizar medicamentos em associações de doses fixas por simplificar o tratamento e melhorar a relação custo-benefício. Porém, a seleção deve ser criteriosa quanto à eficácia, segurança e custo, e essas associações nem sempre têm a melhor relação custo-benefício, devendo ser avaliadas caso a caso.
A alternativa (c) menciona selecionar, sempre que possível, apenas um representante de cada categoria química ou com diferente farmacocinética entre medicamentos de mesma ação farmacológica, o que é correto. Isso evita redundância na lista de medicamentos, facilitando o controle, padronização e uso racional.
A alternativa (d) afirma que se deve escolher medicamentos que tenham maior diversidade de apresentações comerciais para favorecer concorrência e reduzir custo, mas priorizar múltiplas apresentações nem sempre é vantajoso, podendo complicar a gestão e uso.
Por fim, a alternativa (e) indica que novos antibióticos devem ser usados para tratamento empírico imediato, o que não é correto. A reserva de novos antibióticos é feita para casos específicos, para evitar resistência e preservar sua eficácia.
Portanto, a alternativa que apresenta um critério técnico correto, coerente com a seleção racional de medicamentos, é a (c).
A alternativa (a) sugere priorizar medicamentos para doenças raras devido ao seu alto custo, mas isso não é correto, pois a seleção deve priorizar medicamentos que atendam à maior necessidade terapêutica e impacto em saúde pública, além da relação custo-benefício, e não usar fatores de custo isoladamente.
A alternativa (b) diz que se deve priorizar medicamentos em associações de doses fixas por simplificar o tratamento e melhorar a relação custo-benefício. Porém, a seleção deve ser criteriosa quanto à eficácia, segurança e custo, e essas associações nem sempre têm a melhor relação custo-benefício, devendo ser avaliadas caso a caso.
A alternativa (c) menciona selecionar, sempre que possível, apenas um representante de cada categoria química ou com diferente farmacocinética entre medicamentos de mesma ação farmacológica, o que é correto. Isso evita redundância na lista de medicamentos, facilitando o controle, padronização e uso racional.
A alternativa (d) afirma que se deve escolher medicamentos que tenham maior diversidade de apresentações comerciais para favorecer concorrência e reduzir custo, mas priorizar múltiplas apresentações nem sempre é vantajoso, podendo complicar a gestão e uso.
Por fim, a alternativa (e) indica que novos antibióticos devem ser usados para tratamento empírico imediato, o que não é correto. A reserva de novos antibióticos é feita para casos específicos, para evitar resistência e preservar sua eficácia.
Portanto, a alternativa que apresenta um critério técnico correto, coerente com a seleção racional de medicamentos, é a (c).