Marcos de Castro
EQUIPE
08/10/2026 • 13:01
Essa questão aborda o uso de contraceptivos orais combinados (COCs) em pacientes com histórico de enxaqueca com aura e risco trombótico, especialmente no contexto de um acidente vascular encefálico (AVE) isquêmico.
Primeiro, é importante entender que os COCs contêm estrogênio e progestagênio. O risco de trombose associado aos COCs é principalmente relacionado ao componente estrogênico, e não ao progestagênico, embora o tipo de progestagênio possa influenciar a magnitude do risco. Portanto, a alternativa que diz que o risco é determinado principalmente pelo progestagênio está incorreta.
Em relação à enxaqueca com aura, ela é um fator de risco para eventos tromboembólicos arteriais, como o AVC isquêmico. Por isso, o uso de COCs é geralmente contraindicado nesse grupo, pois o estrogênio pode aumentar ainda mais esse risco. Isso faz a alternativa que afirma a contraindicação do contraceptivo oral em pacientes com enxaqueca com aura correta.
O risco de trombose venosa é mais associado ao uso de COCs, porém não se deve ignorar o risco arterial em situações específicas, como a enxaqueca com aura. Logo, dizer que eventos arteriais são clinicamente irrelevantes está errado.
Quanto à levotiroxina, não há evidência clara de que o seu uso combinado com COCs aumente o risco trombótico ou que exija ajuste rotineiro da dose para esse fim.
Por fim, o uso de baixas doses de estrogênio pode diminuir o risco, mas não elimina a contraindicação do contraceptivo combinado em pacientes com enxaqueca com aura, pois o risco vascular persiste.
Portanto, a alternativa correta é a letra b: "O uso de contraceptivo oral combinado é contraindicado em pacientes com história de enxaqueca com aura, devido ao aumento do risco de eventos tromboembólicos arteriais, como acidente vascular encefálico isquêmico."
Primeiro, é importante entender que os COCs contêm estrogênio e progestagênio. O risco de trombose associado aos COCs é principalmente relacionado ao componente estrogênico, e não ao progestagênico, embora o tipo de progestagênio possa influenciar a magnitude do risco. Portanto, a alternativa que diz que o risco é determinado principalmente pelo progestagênio está incorreta.
Em relação à enxaqueca com aura, ela é um fator de risco para eventos tromboembólicos arteriais, como o AVC isquêmico. Por isso, o uso de COCs é geralmente contraindicado nesse grupo, pois o estrogênio pode aumentar ainda mais esse risco. Isso faz a alternativa que afirma a contraindicação do contraceptivo oral em pacientes com enxaqueca com aura correta.
O risco de trombose venosa é mais associado ao uso de COCs, porém não se deve ignorar o risco arterial em situações específicas, como a enxaqueca com aura. Logo, dizer que eventos arteriais são clinicamente irrelevantes está errado.
Quanto à levotiroxina, não há evidência clara de que o seu uso combinado com COCs aumente o risco trombótico ou que exija ajuste rotineiro da dose para esse fim.
Por fim, o uso de baixas doses de estrogênio pode diminuir o risco, mas não elimina a contraindicação do contraceptivo combinado em pacientes com enxaqueca com aura, pois o risco vascular persiste.
Portanto, a alternativa correta é a letra b: "O uso de contraceptivo oral combinado é contraindicado em pacientes com história de enxaqueca com aura, devido ao aumento do risco de eventos tromboembólicos arteriais, como acidente vascular encefálico isquêmico."