Camila Duarte
EQUIPE
08/10/2026 • 08:02
Essa questão aborda os diferentes métodos para medir volumes e capacidades pulmonares, que são fundamentais na avaliação da função pulmonar. Para começar, é importante lembrar que o espirômetro simples é uma ferramenta que mede volumes voltados à movimentação de ar durante a inspiração e expiração voluntárias, como volume corrente, volume de reserva, e capacidade vital, mas não pode medir volumes residuais que permanecem nos pulmões após expiração máxima, pois esses arremanescem e não são exalados.
O Volume Residual (VR), a Capacidade Residual Funcional (CRF) e a Capacidade Pulmonar Total (CPT) envolvem volumes de ar que não podem ser expirados voluntariamente e, por esse motivo, precisam ser avaliados por técnicas indiretas, como a pletismografia de corpo inteiro ou a diluição de gases inertes, como o hélio. A pletismografia mede o volume total do tórax por meio da variação de pressão em uma caixa fechada, sendo capaz de incluir volumes aprisionados, enquanto a diluição de hélio calcula volumes conectados à árvore brônquica.
Analisando as alternativas, a letra (a) está incorreta porque o espirômetro simples não consegue medir VR nem CRF diretamente, pois não consegue esvaziar totalmente os alvéolos (não esvazia o VR). A letra (b) também está incorreta, pois a pletismografia de corpo inteiro não serve unicamente para avaliar a difusão de oxigênio (DLCO); esta é uma técnica específica diferente.
A alternativa (c) está correta ao afirmar que VR, CRF e CPT não podem ser medidos por espirômetros simples, sendo necessários métodos indiretos como pletismografia de corpo inteiro ou diluição de gás inerte (hélio). A alternativa (d) está inversa ao que ocorre: a diluição de hélio mede apenas o volume conectado da árvore brônquica, enquanto a pletismografia mede o volume total incluindo bolsões aprisionados. A alternativa (e) está errada, pois o volume corrente não requer pletismografia ou glote ocluída para ser medido; ele é o volume respiratório normal medido espontaneamente pelo espirômetro.
Portanto, a alternativa correta é a letra c.
O Volume Residual (VR), a Capacidade Residual Funcional (CRF) e a Capacidade Pulmonar Total (CPT) envolvem volumes de ar que não podem ser expirados voluntariamente e, por esse motivo, precisam ser avaliados por técnicas indiretas, como a pletismografia de corpo inteiro ou a diluição de gases inertes, como o hélio. A pletismografia mede o volume total do tórax por meio da variação de pressão em uma caixa fechada, sendo capaz de incluir volumes aprisionados, enquanto a diluição de hélio calcula volumes conectados à árvore brônquica.
Analisando as alternativas, a letra (a) está incorreta porque o espirômetro simples não consegue medir VR nem CRF diretamente, pois não consegue esvaziar totalmente os alvéolos (não esvazia o VR). A letra (b) também está incorreta, pois a pletismografia de corpo inteiro não serve unicamente para avaliar a difusão de oxigênio (DLCO); esta é uma técnica específica diferente.
A alternativa (c) está correta ao afirmar que VR, CRF e CPT não podem ser medidos por espirômetros simples, sendo necessários métodos indiretos como pletismografia de corpo inteiro ou diluição de gás inerte (hélio). A alternativa (d) está inversa ao que ocorre: a diluição de hélio mede apenas o volume conectado da árvore brônquica, enquanto a pletismografia mede o volume total incluindo bolsões aprisionados. A alternativa (e) está errada, pois o volume corrente não requer pletismografia ou glote ocluída para ser medido; ele é o volume respiratório normal medido espontaneamente pelo espirômetro.
Portanto, a alternativa correta é a letra c.