David Castilho
EQUIPE
08/10/2026 • 08:02
Vamos falar sobre choque circulatório, um tema crucial na área da saúde, principalmente para quem estuda para concursos médicos ou de enfermagem. Choque é quando os órgãos do corpo não recebem sangue e oxigênio suficiente, podendo causar falência múltipla de órgãos se não tratado rapidamente.
Cada tipo de choque tem características hemodinâmicas específicas. No choque cardiogênico, por exemplo, o coração não bombeia adequadamente, levando a uma queda no débito cardíaco. O corpo tenta compensar aumentando a resistência vascular sistêmica para manter a pressão arterial, e também há aumento da pressão de enchimento do ventrículo esquerdo, refletida pela pressão de encunhamento capilar pulmonar (PCWP).
A alternativa correta é a letra A, que descreve exatamente esses fenômenos no choque cardiogênico: diminuição do débito cardíaco, aumento compensatório da resistência vascular sistêmica e aumento da PCWP.
Vamos revisar as outras alternativas para entender o porquê estão incorretas: na letra B, choque hipovolêmico leva à diminuição do volume circulante e consequentemente redução da pressão de enchimento ventricular, o que é o contrário do que está sendo indicado; a C descreve choque séptico com vasoconstrição e resistência vascular aumentada, mas na verdade, o choque séptico clássico apresenta vasodilatação e resistência vascular diminuída além de débito cardíaco normalmente elevado; a D é incorreta porque o manejo de choque cardiogênico com hipervolemia não é associação de fluidos rápidos, pois isso pode piorar a sobrecarga cardíaca; e a E erra ao esperar queda da resistência vascular pulmonar na embolia pulmonar, quando na verdade ocorre um aumento para tentar afastar a obstrução.
Portanto, a alternativa A está correta.
Cada tipo de choque tem características hemodinâmicas específicas. No choque cardiogênico, por exemplo, o coração não bombeia adequadamente, levando a uma queda no débito cardíaco. O corpo tenta compensar aumentando a resistência vascular sistêmica para manter a pressão arterial, e também há aumento da pressão de enchimento do ventrículo esquerdo, refletida pela pressão de encunhamento capilar pulmonar (PCWP).
A alternativa correta é a letra A, que descreve exatamente esses fenômenos no choque cardiogênico: diminuição do débito cardíaco, aumento compensatório da resistência vascular sistêmica e aumento da PCWP.
Vamos revisar as outras alternativas para entender o porquê estão incorretas: na letra B, choque hipovolêmico leva à diminuição do volume circulante e consequentemente redução da pressão de enchimento ventricular, o que é o contrário do que está sendo indicado; a C descreve choque séptico com vasoconstrição e resistência vascular aumentada, mas na verdade, o choque séptico clássico apresenta vasodilatação e resistência vascular diminuída além de débito cardíaco normalmente elevado; a D é incorreta porque o manejo de choque cardiogênico com hipervolemia não é associação de fluidos rápidos, pois isso pode piorar a sobrecarga cardíaca; e a E erra ao esperar queda da resistência vascular pulmonar na embolia pulmonar, quando na verdade ocorre um aumento para tentar afastar a obstrução.
Portanto, a alternativa A está correta.