Marcos de Castro
EQUIPE
07/10/2026 • 13:02
Essa questão aborda modelos importantes na organização do cuidado à saúde no Brasil, focando especialmente nas condições crônicas, que têm um impacto crescente na saúde pública. Para uma introdução, podemos pensar que os modelos de atenção à saúde evoluíram para tentar responder melhor às necessidades das pessoas, especialmente aquelas que convivem com doenças crônicas, buscando integração e coordenação entre diferentes serviços.
Vamos analisar cada alternativa:
Alternativa (a): Incorreta. No Modelo de Atenção às Condições Crônicas (MACC), o foco é tanto nos determinantes individuais (como comportamento, hábitos e acompanhamento médico) quanto nos determinantes intermediários e distais, e não se restringe apenas aos casos de maior complexidade.
Alternativa (b): Correta. As redes de atenção à saúde realmente buscam superar a fragmentação do cuidado através da articulação entre níveis e serviços. A Atenção Primária à Saúde (APS) tem um papel central nesse processo, funcionando como ponto principal de comunicação e coordenação do cuidado, com uma população adscrita para garantir longitudinalidade.
Alternativa (c): Incorreta. Modelos para condições agudas e crônicas diferem não só no uso de tecnologias, mas também na organização do cuidado, no papel do usuário (que costuma ser mais ativo e proativo no cuidado crônico) e na lógica do sistema (mais contínua e integrada para crônicos).
Alternativa (d): Incorreta. A pirâmide de riscos orienta que a maioria das pessoas com condições crônicas sejam manejadas em níveis menos intensivos, como na APS, e apenas uma pequena parcela com risco elevado requer estratégias intensivas de gestão de caso.
Alternativa (e): Incorreta. O Modelo de Atenção Crônica (CCM) promove o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde como eixo central do cuidado, não a centralização do cuidado especializado.
Portanto, a alternativa correta é a (b).
Vamos analisar cada alternativa:
Alternativa (a): Incorreta. No Modelo de Atenção às Condições Crônicas (MACC), o foco é tanto nos determinantes individuais (como comportamento, hábitos e acompanhamento médico) quanto nos determinantes intermediários e distais, e não se restringe apenas aos casos de maior complexidade.
Alternativa (b): Correta. As redes de atenção à saúde realmente buscam superar a fragmentação do cuidado através da articulação entre níveis e serviços. A Atenção Primária à Saúde (APS) tem um papel central nesse processo, funcionando como ponto principal de comunicação e coordenação do cuidado, com uma população adscrita para garantir longitudinalidade.
Alternativa (c): Incorreta. Modelos para condições agudas e crônicas diferem não só no uso de tecnologias, mas também na organização do cuidado, no papel do usuário (que costuma ser mais ativo e proativo no cuidado crônico) e na lógica do sistema (mais contínua e integrada para crônicos).
Alternativa (d): Incorreta. A pirâmide de riscos orienta que a maioria das pessoas com condições crônicas sejam manejadas em níveis menos intensivos, como na APS, e apenas uma pequena parcela com risco elevado requer estratégias intensivas de gestão de caso.
Alternativa (e): Incorreta. O Modelo de Atenção Crônica (CCM) promove o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde como eixo central do cuidado, não a centralização do cuidado especializado.
Portanto, a alternativa correta é a (b).