Equipe Gabarite
EQUIPE
13/10/2026 • 18:01
Vamos falar um pouco da filosofia de Aristóteles para entender essa questão. Aristóteles tem uma visão particular sobre o infinito, tanto em termos de divisibilidade quanto em termos de extensão. Quando ele fala do comprimento e do tempo, ele realmente destaca que eles são infinitos no sentido de serem divisíveis em partes cada vez menores — isto é, infinitamente divisíveis. Mas isso não significa necessariamente que o espaço (o comprimento) seja infinito na totalidade. Para Aristóteles, o infinito atual, como a noção de espaço infinito absoluto, não existe. O espaço (ou extensão) é finito, porém infinitamente divisível em potência. Ou seja, o espaço pode ser dividido em partes menores infinitamente, mas isso não torna o espaço infinito enquanto extensão em ato.
No trecho 6A1AAA, Aristóteles fala da infinidade em relação à divisibilidade, mas não afirma que o comprimento seja infinito como espaço acabado e atual. Sua filosofia entende o infinito como algo potencial, não um atual infinito, o que é coerente com sua doutrina do ato e potência.
Dessa forma, a afirmação de que para Aristóteles o comprimento, enquanto espaço, deve ser infinito é equivocada, porque ele nega a existência do infinito atual no comprimento ou espaço. Portanto, a alternativa correta é a letra b) Errado.
No trecho 6A1AAA, Aristóteles fala da infinidade em relação à divisibilidade, mas não afirma que o comprimento seja infinito como espaço acabado e atual. Sua filosofia entende o infinito como algo potencial, não um atual infinito, o que é coerente com sua doutrina do ato e potência.
Dessa forma, a afirmação de que para Aristóteles o comprimento, enquanto espaço, deve ser infinito é equivocada, porque ele nega a existência do infinito atual no comprimento ou espaço. Portanto, a alternativa correta é a letra b) Errado.