Ingrid Nunes
EQUIPE
13/10/2026 • 18:01
Vamos começar entendendo um pouco sobre o que Aristóteles fala sobre movimento, tempo e infinito. Para ele, o movimento é a atualização (ato) de uma potência, ou seja, algo que está em processo de mudança, de vir a ser. Isso significa que o movimento não é uma coisa fixa, definitiva, mas algo contínuo e dinâmico. Nos textos apresentados, Aristóteles fala que o tempo e as coisas contínuas são infinitas em sua divisibilidade: podemos sempre dividir o tempo e o espaço em partes menores. Isso conecta com a ideia de que o movimento também não pode ser completamente fixado ou especificado de modo definitivo, porque ele está associado a essa continuidade infinita.
Então, relacionando a doutrina do ato e potência com os textos, a afirmação do enunciado está correta. O movimento como atualização de uma potência está em constante transição, não é algo estático e acabado, e isso está ligado ao infinito da divisibilidade do tempo que mede o movimento. Portanto, a conclusão apresentada está alinhada com o pensamento aristotélico.
Gabarito: certo.
Então, relacionando a doutrina do ato e potência com os textos, a afirmação do enunciado está correta. O movimento como atualização de uma potência está em constante transição, não é algo estático e acabado, e isso está ligado ao infinito da divisibilidade do tempo que mede o movimento. Portanto, a conclusão apresentada está alinhada com o pensamento aristotélico.
Gabarito: certo.