Equipe Gabarite
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16/10/2026 • 11:02
Vamos falar sobre gestão documental, que nada mais é do que o conjunto de práticas para organizar os documentos oficiais de uma instituição, desde a criação até o destino final, seja guarda permanente ou descarte. É importante entender as fases do ciclo de vida dos documentos: corrente, intermediária e permanente. Na fase corrente, os documentos estão em uso ativo; na intermediária, são guardados para consulta eventual ou referência; e na permanente, para preservação histórica ou legal.
Analisando as alternativas, a letra a) está correta ao afirmar que a gestão documental abrange as operações técnicas envolvendo a produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento dos documentos nas fases corrente e intermediária, com vistas à eliminação (quando autorizado) ou à guarda permanente. Essa definição está alinhada com as normas de arquivos e com o conceito da gestão documental.
A letra b) erra ao dizer que a avaliação autoriza a eliminação pelo critério do espaço disponível, pois a avaliação documental deve ser feita considerando o valor probatório, informativo e histórico do documento, e não apenas a disponibilidade de espaço.
A letra c) está incorreta porque o protocolo não é responsável pela guarda definitiva de documentos encerrados nem pela digitalização e descarte sistemático ao final de exercício financeiro. Isso é papel dos arquivos públicos, que seguem critérios técnicos.
A letra d) também está errada ao definir o arquivo corrente como o local de documentos com valor histórico e probatório para preservação definitiva. Na verdade, esses documentos ficam no arquivo permanente; o arquivo corrente guarda documentos em uso frequente.
Portanto, a alternativa correta é a letra a).
Analisando as alternativas, a letra a) está correta ao afirmar que a gestão documental abrange as operações técnicas envolvendo a produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento dos documentos nas fases corrente e intermediária, com vistas à eliminação (quando autorizado) ou à guarda permanente. Essa definição está alinhada com as normas de arquivos e com o conceito da gestão documental.
A letra b) erra ao dizer que a avaliação autoriza a eliminação pelo critério do espaço disponível, pois a avaliação documental deve ser feita considerando o valor probatório, informativo e histórico do documento, e não apenas a disponibilidade de espaço.
A letra c) está incorreta porque o protocolo não é responsável pela guarda definitiva de documentos encerrados nem pela digitalização e descarte sistemático ao final de exercício financeiro. Isso é papel dos arquivos públicos, que seguem critérios técnicos.
A letra d) também está errada ao definir o arquivo corrente como o local de documentos com valor histórico e probatório para preservação definitiva. Na verdade, esses documentos ficam no arquivo permanente; o arquivo corrente guarda documentos em uso frequente.
Portanto, a alternativa correta é a letra a).