Marcos de Castro
EQUIPE
15/10/2026 • 22:01
Vamos falar um pouco sobre princípios arquivísticos, que são as regras básicas para organizar e preservar documentos de forma a garantir sua autenticidade, integridade e utilidade.
No caso dessa questão, a analista recebeu uma doação documental de um gabinete parlamentar e optou por manter os documentos agrupados segundo a entidade produtora original, ou seja, o gabinete. Ela recusou redistribuir os documentos por temas ou assuntos, mesmo que esses pudessem estar relacionados a outros conjuntos já existentes na instituição. Isso demonstra que a organizadora está respeitando a origem e a unidade dos documentos conforme quem os produziu, sem fragmentá-los ou misturá-los.
O princípio que rege essa prática é o Princípio da Proveniência, que estabelece que os documentos devem ser mantidos agrupados conforme a origem, ou seja, a instituição, organismo ou pessoa que os produziu ou recebeu no exercício de suas funções. Esse princípio impede que os documentos sejam misturados com outros de origens diferentes, mantendo a autenticidade e facilitando a compreensão de seu contexto produzido.
O Princípio da Organicidade (letra a) está relacionado à organização interna da entidade produtora, o Princípio da Unicidade (letra b) defende que um documento deve ser mantido em única cópia, o Princípio da Cumulatividade (letra c) refere-se à agregação contínua dos documentos conforme o transcorrer do tempo, e o Princípio do Respeito à Ordem Original (letra e) pede para manter a ordem em que os documentos foram organizados originalmente pelo produtor. Embora o princípio do respeito à ordem original pareça muito próximo, ele está mais ligado à conservação da sequência interna dos documentos, não ao agrupamento geral pela entidade de origem.
Portanto, a melhor resposta é o Princípio da Proveniência, que é justamente o que fundamenta essa decisão da analista.
No caso dessa questão, a analista recebeu uma doação documental de um gabinete parlamentar e optou por manter os documentos agrupados segundo a entidade produtora original, ou seja, o gabinete. Ela recusou redistribuir os documentos por temas ou assuntos, mesmo que esses pudessem estar relacionados a outros conjuntos já existentes na instituição. Isso demonstra que a organizadora está respeitando a origem e a unidade dos documentos conforme quem os produziu, sem fragmentá-los ou misturá-los.
O princípio que rege essa prática é o Princípio da Proveniência, que estabelece que os documentos devem ser mantidos agrupados conforme a origem, ou seja, a instituição, organismo ou pessoa que os produziu ou recebeu no exercício de suas funções. Esse princípio impede que os documentos sejam misturados com outros de origens diferentes, mantendo a autenticidade e facilitando a compreensão de seu contexto produzido.
O Princípio da Organicidade (letra a) está relacionado à organização interna da entidade produtora, o Princípio da Unicidade (letra b) defende que um documento deve ser mantido em única cópia, o Princípio da Cumulatividade (letra c) refere-se à agregação contínua dos documentos conforme o transcorrer do tempo, e o Princípio do Respeito à Ordem Original (letra e) pede para manter a ordem em que os documentos foram organizados originalmente pelo produtor. Embora o princípio do respeito à ordem original pareça muito próximo, ele está mais ligado à conservação da sequência interna dos documentos, não ao agrupamento geral pela entidade de origem.
Portanto, a melhor resposta é o Princípio da Proveniência, que é justamente o que fundamenta essa decisão da analista.