David Castilho
EQUIPE
18/10/2026 • 10:01
Essa questão aborda um tema bastante atual e importante: a qualidade de vida dos adolescentes, enfatizando a influência maior dos fatores psicossociais do que dos econômicos. O estudo indica que, para melhorar a qualidade de vida desse grupo, o suporte familiar, a autoestima, o senso de pertencimento e espaços de lazer seguros têm peso maior do que a mera condição financeira, que atua de forma indireta por meio desses fatores. Para um gestor público, isso significa que as políticas mais efetivas vão além do dinheiro ou de obras físicas, e sim em fortalecer as redes sociais e o ambiente emocional dos jovens.
Analisando as alternativas: a) fala em transferência de renda e acompanhamento, mas isso parte do pressuposto de que a melhoria econômica, somada ao suporte psicossocial, bastaria; porém o texto destaca que fatores psicossociais são centrais - então essa alternativa é parcial.
b) Programa que fortaleça vínculos sociais, protagonismo juvenil e ambientes protetores está alinhado com o conteúdo exposto, pois reconhece os fatores psicossociais como centrais para a qualidade de vida.
c) Investir em equipamentos grandes em áreas centrais dificulta o acesso dos adolescentes periféricos e não prioriza os aspectos psicossociais centrais segundo o estudo.
d) Campanhas com foco em hábitos individuais desconsideram a dependência dos fatores sociais e familiares apontados pelo estudo.
e) Depender apenas de ONGs, mesmo que experientes, sem acompanhamento institucional reduz o controle e pode prejudicar a efetividade das políticas.
Portanto, a alternativa que melhor reflete a conclusão do estudo e indica uma política pública efetiva é a letra b.
Analisando as alternativas: a) fala em transferência de renda e acompanhamento, mas isso parte do pressuposto de que a melhoria econômica, somada ao suporte psicossocial, bastaria; porém o texto destaca que fatores psicossociais são centrais - então essa alternativa é parcial.
b) Programa que fortaleça vínculos sociais, protagonismo juvenil e ambientes protetores está alinhado com o conteúdo exposto, pois reconhece os fatores psicossociais como centrais para a qualidade de vida.
c) Investir em equipamentos grandes em áreas centrais dificulta o acesso dos adolescentes periféricos e não prioriza os aspectos psicossociais centrais segundo o estudo.
d) Campanhas com foco em hábitos individuais desconsideram a dependência dos fatores sociais e familiares apontados pelo estudo.
e) Depender apenas de ONGs, mesmo que experientes, sem acompanhamento institucional reduz o controle e pode prejudicar a efetividade das políticas.
Portanto, a alternativa que melhor reflete a conclusão do estudo e indica uma política pública efetiva é a letra b.