Matheus Fernandes
EQUIPE
17/10/2026 • 22:01
Vamos entender melhor o porquê das forças de Porter não serem adequadas para órgãos públicos. As cinco forças de Porter são uma ferramenta para análise do ambiente competitivo no setor privado, focando na rivalidade entre concorrentes, ameaça de novos entrantes, poder de negociação de fornecedores e clientes, além da ameaça de produtos substitutos.
No setor público, órgãos não competem para obter lucro, o que já elimina a principal premissa da análise de Porter. Eles não concorrem no sentido de buscar clientes, pois são entidades que prestam serviços ou realizam funções legais e administrativas para a sociedade, e não disputam mercado como empresas privadas.
Portanto, as alternativas que falam sobre competir por clientes ou possuir objetivo de lucro (alternativas a e b) não são verdadeiras no contexto público. Também não se aplicam no mesmo sentido a influência da competição dos fornecedores como força competitiva relacionada, pois o relacionamento público-fornecedor é regulado por licitações e regras específicas, o que está mais ligado a processos administrativos do que à competição tradicional.
Logo, a melhor escolha nesta situação é a alternativa e), que afirma que órgãos públicos não estão sujeitos a produtos substitutos no sentido competitivo. Isso porque serviços públicos não têm produtos substitutos no mercado, como acontece na iniciativa privada.
Assim, o motivo para descartar as forças de Porter foi que órgãos públicos não enfrentam a ameaça de produtos substitutos competitivamente, dificultando a aplicação dessa ferramenta.
Gabarito: e
No setor público, órgãos não competem para obter lucro, o que já elimina a principal premissa da análise de Porter. Eles não concorrem no sentido de buscar clientes, pois são entidades que prestam serviços ou realizam funções legais e administrativas para a sociedade, e não disputam mercado como empresas privadas.
Portanto, as alternativas que falam sobre competir por clientes ou possuir objetivo de lucro (alternativas a e b) não são verdadeiras no contexto público. Também não se aplicam no mesmo sentido a influência da competição dos fornecedores como força competitiva relacionada, pois o relacionamento público-fornecedor é regulado por licitações e regras específicas, o que está mais ligado a processos administrativos do que à competição tradicional.
Logo, a melhor escolha nesta situação é a alternativa e), que afirma que órgãos públicos não estão sujeitos a produtos substitutos no sentido competitivo. Isso porque serviços públicos não têm produtos substitutos no mercado, como acontece na iniciativa privada.
Assim, o motivo para descartar as forças de Porter foi que órgãos públicos não enfrentam a ameaça de produtos substitutos competitivamente, dificultando a aplicação dessa ferramenta.
Gabarito: e