Equipe Gabarite
EQUIPE
17/10/2026 • 21:01
O enunciado da questão nos apresenta um contexto muito relevante sobre a Administração Pública contemporânea, especialmente a influência do gerencialismo na gestão pública. O gerencialismo enfatiza o uso de indicadores, metas e resultados para aumentar a eficiência e a transparência, sendo compatível com o crescimento do governo eletrônico. No entanto, a questão não se limita à eficiência administrativa, mas também explora a realidade do controle social e da accountability democrática, que envolvem a participação cidadã efetiva e a capacidade de a sociedade influenciar e fiscalizar as ações do Estado.
Vamos analisar os itens. A alternativa (a) afirma que o uso de ferramentas digitais por si só garante controle social efetivo, o que é um equívoco, pois a simples tecnologia não assegura participação ativa da população. A (b) traz uma visão mais completa, afirmando que, embora o gerencialismo facilite a transparência, o controle social requer participação cidadã, mediação institucional e espaços para debate democrático, que são elementos essenciais para um controle social genuíno e efetivo. Já a (c) atribui os limites do controle social à baixa capacidade técnica dos portais, o que é uma simplificação, pois o problema é mais complexo e envolve participação e estrutura democrática, não apenas tecnologia.
A (d) sugere que os mecanismos digitais substituem os canais presenciais, o que pode prejudicar a participação, já que a complementaridade entre meios é fundamental. Além disso, o controle social se dá em múltiplos espaços. Finalmente, a (e) diz que a ênfase gerencial assegura igualdade de voz no ambiente digital, o que não é verdade, pois desigualdades socioeconômicas e tecnológicas persistem, comprometendo essa igualdade.
Portanto, a alternativa que melhor reflete o entendimento atual sobre a relação entre gerencialismo, governo eletrônico e controle social é a (b).
Vamos analisar os itens. A alternativa (a) afirma que o uso de ferramentas digitais por si só garante controle social efetivo, o que é um equívoco, pois a simples tecnologia não assegura participação ativa da população. A (b) traz uma visão mais completa, afirmando que, embora o gerencialismo facilite a transparência, o controle social requer participação cidadã, mediação institucional e espaços para debate democrático, que são elementos essenciais para um controle social genuíno e efetivo. Já a (c) atribui os limites do controle social à baixa capacidade técnica dos portais, o que é uma simplificação, pois o problema é mais complexo e envolve participação e estrutura democrática, não apenas tecnologia.
A (d) sugere que os mecanismos digitais substituem os canais presenciais, o que pode prejudicar a participação, já que a complementaridade entre meios é fundamental. Além disso, o controle social se dá em múltiplos espaços. Finalmente, a (e) diz que a ênfase gerencial assegura igualdade de voz no ambiente digital, o que não é verdade, pois desigualdades socioeconômicas e tecnológicas persistem, comprometendo essa igualdade.
Portanto, a alternativa que melhor reflete o entendimento atual sobre a relação entre gerencialismo, governo eletrônico e controle social é a (b).