David Castilho
EQUIPE
17/10/2026 • 21:01
Vamos falar um pouco sobre a Nova Gestão Pública (NGP), que é um conjunto de práticas importadas do setor privado para melhorar a eficiência do setor público. A NGP foca em contratos de desempenho, indicadores e competição para tornar a Administração mais responsiva e eficiente. Contudo, quando aplicamos essas práticas em políticas públicas, especialmente as distributivas (que envolvem múltiplos interesses e objetivos conflitantes), surgem limitações evidentes.
Uma das maiores críticas é que a NGP tende a simplificar a complexidade das políticas públicas ao focar em metas e contratos rígidos, o que pode comprometer a capacidade do Estado de manejar objetivos múltiplos e contraditórios, que são naturais na administração pública.
Agora, analisando as alternativas: a alternativa 'a' aponta que a ênfase em contratos e metas pode reduzir a capacidade de lidar com objetivos múltiplos e conflitantes, o que está de acordo com a crítica central à NGP.
As outras alternativas são mais absolutas ou incorretas: por exemplo, 'b' exagera ao dizer que indicadores inviabilizam qualquer forma de controle social, o que não é verdade. Já a alternativa 'c' fala que a orientação para resultados elimina a necessidade de coordenação, o que não acontece. A letra 'd' afirma que a competição substitui integralmente a regulação, o que é errado, pois são complementares. Por fim, 'e' diz que a separação entre formulação e execução impede responsabilização, mas na prática é um mecanismo que busca justamente maior clareza e responsabilidade.
Dessa forma, a resposta correta é a opção 'a'.
Uma das maiores críticas é que a NGP tende a simplificar a complexidade das políticas públicas ao focar em metas e contratos rígidos, o que pode comprometer a capacidade do Estado de manejar objetivos múltiplos e contraditórios, que são naturais na administração pública.
Agora, analisando as alternativas: a alternativa 'a' aponta que a ênfase em contratos e metas pode reduzir a capacidade de lidar com objetivos múltiplos e conflitantes, o que está de acordo com a crítica central à NGP.
As outras alternativas são mais absolutas ou incorretas: por exemplo, 'b' exagera ao dizer que indicadores inviabilizam qualquer forma de controle social, o que não é verdade. Já a alternativa 'c' fala que a orientação para resultados elimina a necessidade de coordenação, o que não acontece. A letra 'd' afirma que a competição substitui integralmente a regulação, o que é errado, pois são complementares. Por fim, 'e' diz que a separação entre formulação e execução impede responsabilização, mas na prática é um mecanismo que busca justamente maior clareza e responsabilidade.
Dessa forma, a resposta correta é a opção 'a'.