Equipe Gabarite
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17/10/2026 • 12:01
Vamos falar sobre a gestão de Confúcio Moura em Rondônia, um período marcado por importantes transformações. Durante os anos de 2011 a 2018, Rondônia saiu do status de fronteira de expansão para enfrentar desafios complexos, especialmente em razão da construção dos grandes projetos hidrelétricos no Rio Madeira, como as usinas de Santo Antônio e Jirau. Isso demandou um esforço considerável do governo estadual para coordenar ações entre os diferentes níveis de governo e lidar com os impactos sociais e econômicos que surgiram, principalmente em Porto Velho e regiões próximas.
O segundo ponto aborda os efeitos típicos desses grandes projetos, como a migração temporária de trabalhadores que gerou pressões sobre infraestrutura local, incluindo habitação, saneamento e segurança pública. Essas questões demandaram políticas específicas de gestão territorial e uma forte articulação entre o governo estadual, a União e os municípios para assegurar melhores condições durante o auge das obras.
Por fim, a administração estadual precisou lidar com processos complexos de licenciamento ambiental, as compensações socioambientais e os conflitos distributivos gerados pelas hidrelétricas. Isso colocou em evidência a necessidade de uma capacidade institucional robusta para mediar os interesses entre o Estado, as empresas responsáveis pelas usinas e as populações afetadas, buscando equilibrar desenvolvimento e justiça social.
Diante disso, todas as três afirmativas são verdadeiras, pois refletem a realidade e os desafios enfrentados na gestão de Confúcio Moura nesse contexto.
Gabarito: c) V – V – V
O segundo ponto aborda os efeitos típicos desses grandes projetos, como a migração temporária de trabalhadores que gerou pressões sobre infraestrutura local, incluindo habitação, saneamento e segurança pública. Essas questões demandaram políticas específicas de gestão territorial e uma forte articulação entre o governo estadual, a União e os municípios para assegurar melhores condições durante o auge das obras.
Por fim, a administração estadual precisou lidar com processos complexos de licenciamento ambiental, as compensações socioambientais e os conflitos distributivos gerados pelas hidrelétricas. Isso colocou em evidência a necessidade de uma capacidade institucional robusta para mediar os interesses entre o Estado, as empresas responsáveis pelas usinas e as populações afetadas, buscando equilibrar desenvolvimento e justiça social.
Diante disso, todas as três afirmativas são verdadeiras, pois refletem a realidade e os desafios enfrentados na gestão de Confúcio Moura nesse contexto.
Gabarito: c) V – V – V