Matheus Fernandes
EQUIPE
17/10/2026 • 01:01
Quando lidamos com políticas públicas, um desafio comum é escolher entre diferentes alternativas, o que exige uma análise cuidadosa dos custos envolvidos e dos benefícios esperados. Existem duas ferramentas principais para isso: a análise custo-benefício e a análise custo-efetividade.
A análise custo-benefício tenta colocar todos os custos e benefícios em termos monetários, ou seja, ela transforma tanto os recursos gastos quanto os resultados alcançados em valores financeiros para facilitar a comparação direta. Isso funciona bem quando é possível mensurar claramente os benefícios em dinheiro.
Por outro lado, a análise custo-efetividade é usada quando os benefícios de uma política não podem ser convertidos em valores monetários facilmente, como no caso de saúde pública ou educação. Nesse método, os custos são comparados com uma medida física dos benefícios, como o número de vidas salvas ou anos de escolaridade, sem tentar traduzi-los em dinheiro.
Diante disso, analisando as alternativas:
a) Errada, porque a análise custo-efetividade não ignora os benefícios sociais, ela simplesmente não os traduz em valores monetários.
b) Correta, porque a análise custo-benefício exige que todos os custos e benefícios sejam expressos em termos monetários para a comparação.
c) Errada, pois a análise custo-benefício requer que os benefícios sejam monetizáveis; se forem imensuráveis, ela não é adequada.
d) Errada, o critério de eficiência técnica não ignora os custos financeiros; ele busca a melhor forma de alcançar o resultado com os custos disponíveis.
Portanto, a alternativa correta é a letra b.
A análise custo-benefício tenta colocar todos os custos e benefícios em termos monetários, ou seja, ela transforma tanto os recursos gastos quanto os resultados alcançados em valores financeiros para facilitar a comparação direta. Isso funciona bem quando é possível mensurar claramente os benefícios em dinheiro.
Por outro lado, a análise custo-efetividade é usada quando os benefícios de uma política não podem ser convertidos em valores monetários facilmente, como no caso de saúde pública ou educação. Nesse método, os custos são comparados com uma medida física dos benefícios, como o número de vidas salvas ou anos de escolaridade, sem tentar traduzi-los em dinheiro.
Diante disso, analisando as alternativas:
a) Errada, porque a análise custo-efetividade não ignora os benefícios sociais, ela simplesmente não os traduz em valores monetários.
b) Correta, porque a análise custo-benefício exige que todos os custos e benefícios sejam expressos em termos monetários para a comparação.
c) Errada, pois a análise custo-benefício requer que os benefícios sejam monetizáveis; se forem imensuráveis, ela não é adequada.
d) Errada, o critério de eficiência técnica não ignora os custos financeiros; ele busca a melhor forma de alcançar o resultado com os custos disponíveis.
Portanto, a alternativa correta é a letra b.