Marcos de Castro
EQUIPE
17/10/2026 • 00:01
A Teoria da Agência é um conceito bastante utilizado para entender a relação entre quem delega tarefas (principal) e quem executa (agente), com foco nos conflitos e riscos decorrentes desses vínculos. Na iniciativa privada, essa teoria é aplicada no contexto em que um sócio (principal) contrata um gestor (agente) para cuidar da empresa, e existe um interesse comum relativamente claro: maximizar o lucro e o valor do negócio.
Porém, quando essa teoria é aplicada à Administração Pública, surgem algumas complicações. Um dos principais problemas é que na esfera pública não há um único principal, como um acionista, mas sim uma multiplicidade de principais: a sociedade, representada por cidadãos, órgãos diversos, poderes, etc. Isso torna mais complexa a identificação clara dos interesses que devem orientar a atuação dos agentes (servidores, gestores públicos), aumentando o risco de conflitos e dificultando o monitoramento.
Analisando as alternativas, a opção que destaca exatamente essa dificuldade — a multiplicidade de principais dificultando a definição unívoca dos interesses — está na letra (a). As demais alternativas apresentam conceitos equivocados sobre o controle na administração pública, a existência de relações de agência mesmo sem propriedade privada, e o princípio da supremacia do interesse público não elimina conflitos, apenas os regula.
Portanto, a alternativa correta é a (a).
Porém, quando essa teoria é aplicada à Administração Pública, surgem algumas complicações. Um dos principais problemas é que na esfera pública não há um único principal, como um acionista, mas sim uma multiplicidade de principais: a sociedade, representada por cidadãos, órgãos diversos, poderes, etc. Isso torna mais complexa a identificação clara dos interesses que devem orientar a atuação dos agentes (servidores, gestores públicos), aumentando o risco de conflitos e dificultando o monitoramento.
Analisando as alternativas, a opção que destaca exatamente essa dificuldade — a multiplicidade de principais dificultando a definição unívoca dos interesses — está na letra (a). As demais alternativas apresentam conceitos equivocados sobre o controle na administração pública, a existência de relações de agência mesmo sem propriedade privada, e o princípio da supremacia do interesse público não elimina conflitos, apenas os regula.
Portanto, a alternativa correta é a (a).