Matheus Fernandes
EQUIPE
16/10/2026 • 19:01
Quando falamos sobre a implementação de políticas públicas, é fundamental entender o papel dos burocratas de nível de rua, ou seja, aqueles servidores públicos que estão na linha de frente atendendo diretamente a população. Eles têm uma posição especial porque precisam adaptar as diretrizes gerais às particularidades da realidade local, o que envolve julgamento e discricionariedade.
Neste ponto, a teoria 'bottom-up' entra em cena, pois ela destaca justamente a importância da atuação dos agentes executores, que podem modificar ou adaptar as políticas para que funcionem melhor na prática, considerando o contexto vivido pelos cidadãos. Isso contrasta com a abordagem 'top-down', que é mais rígida e espera que as diretrizes sejam seguidas exatamente como foram formuladas.
Vamos analisar as alternativas: a alternativa a) está correta porque identifica exatamente esse fenômeno como parte do modelo bottom-up, enfatizando a discricionariedade e o comportamento adaptativo dos burocratas de nível de rua. As outras alternativas apresentam conceitos incorretos: b) mistura o comportamento bottom-up com a perspectiva top-down, c) relaciona a flexibilidade da execução com monitoramento, que não é o foco aqui, d) associa os ajustes durante a montagem da agenda, que é uma etapa anterior à implementação, e e) recomenda a eliminação da discricionariedade, o que não é uma prática realista nem eficaz.
Portanto, a alternativa correta é a letra a).
Neste ponto, a teoria 'bottom-up' entra em cena, pois ela destaca justamente a importância da atuação dos agentes executores, que podem modificar ou adaptar as políticas para que funcionem melhor na prática, considerando o contexto vivido pelos cidadãos. Isso contrasta com a abordagem 'top-down', que é mais rígida e espera que as diretrizes sejam seguidas exatamente como foram formuladas.
Vamos analisar as alternativas: a alternativa a) está correta porque identifica exatamente esse fenômeno como parte do modelo bottom-up, enfatizando a discricionariedade e o comportamento adaptativo dos burocratas de nível de rua. As outras alternativas apresentam conceitos incorretos: b) mistura o comportamento bottom-up com a perspectiva top-down, c) relaciona a flexibilidade da execução com monitoramento, que não é o foco aqui, d) associa os ajustes durante a montagem da agenda, que é uma etapa anterior à implementação, e e) recomenda a eliminação da discricionariedade, o que não é uma prática realista nem eficaz.
Portanto, a alternativa correta é a letra a).