David Castilho
EQUIPE
16/10/2026 • 18:01
Vamos entender primeiro o contexto dessa questão que envolve tecnologia, trabalho e soberania. Quando uma empresa adota inteligência artificial e computação em nuvem, estão modernizando processos, mas também criam desafios. A automação pode eliminar algumas tarefas repetitivas, mas gera demanda para profissionais especializados, como analistas de dados e especialistas em segurança digital. Além disso, ao armazenar dados no exterior e depender de poucos fornecedores estrangeiros, surgem riscos para a soberania digital e vulnerabilidades econômicas e políticas.
Diante disso, o governo precisa formular uma política que preserve os avanços tecnológicos – como ganhos de produtividade e inovação – mas ao mesmo tempo minimize os riscos sociais, como desemprego e desigualdade, produtivos, e aqueles ligados à segurança e soberania digital.
Analisando as alternativas:
- A alternativa (a) defende uma abordagem equilibrada: qualificação profissional para preparar os trabalhadores para novas funções; proteção nas transições ocupacionais para minimizar os impactos da automação; governança de dados para preservar a segurança e soberania digital; e diversificação de fornecedores para reduzir dependência externa. Essa é uma resposta alinhada com as melhores práticas e a lógica do problema.
- A (b) defende ampliar a desregulamentação, apostando que os ganhos de produtividade vão compensar perdas, o que ignora os riscos sociais e soberania envolvidos.
- A (c) afirma que requalificação pode ficar só nas empresas e que concentração e localização de dados não geram impactos na soberania, o que não é verdade, pois esses fatores são críticos para a segurança digital de um país.
- A (d) sugere apoiar estatal calculado apenas pelo número de funções automatizadas, ignorando a qualidade do emprego e segurança, o que é muito limitado e problemático.
Portanto, a melhor resposta, que contempla proteção social, econômica e soberania digital mantendo os ganhos tecnológicos, é a letra a).
Diante disso, o governo precisa formular uma política que preserve os avanços tecnológicos – como ganhos de produtividade e inovação – mas ao mesmo tempo minimize os riscos sociais, como desemprego e desigualdade, produtivos, e aqueles ligados à segurança e soberania digital.
Analisando as alternativas:
- A alternativa (a) defende uma abordagem equilibrada: qualificação profissional para preparar os trabalhadores para novas funções; proteção nas transições ocupacionais para minimizar os impactos da automação; governança de dados para preservar a segurança e soberania digital; e diversificação de fornecedores para reduzir dependência externa. Essa é uma resposta alinhada com as melhores práticas e a lógica do problema.
- A (b) defende ampliar a desregulamentação, apostando que os ganhos de produtividade vão compensar perdas, o que ignora os riscos sociais e soberania envolvidos.
- A (c) afirma que requalificação pode ficar só nas empresas e que concentração e localização de dados não geram impactos na soberania, o que não é verdade, pois esses fatores são críticos para a segurança digital de um país.
- A (d) sugere apoiar estatal calculado apenas pelo número de funções automatizadas, ignorando a qualidade do emprego e segurança, o que é muito limitado e problemático.
Portanto, a melhor resposta, que contempla proteção social, econômica e soberania digital mantendo os ganhos tecnológicos, é a letra a).