Matheus Fernandes
EQUIPE
16/10/2026 • 17:01
Vamos falar um pouco sobre inovação, um tema que está super em alta e que é fundamental para qualquer organização, seja ela pública ou privada. Quando falamos em inovação, o Manual de Oslo (edição 2018) traz definições importantes para entender o que realmente configura uma inovação.
Primeiro, a inovação pode ser um produto ou processo novo ou significativamente melhorado para a organização, ou seja, não precisa ser novidade mundial, mas sim novidade para quem está implementando. Isso já descarta a opção (a), que diz que a adoção de processos já consagrados em outros mercados não pode ser considerada inovação para a organização, o que vai contra o conceito do Manual.
A questão do setor público é peculiar porque lá não tem o mesmo incentivo de competição de mercado que existe no setor privado. Por isso, as inovações públicas muitas vezes se concentram na coprodução, colaboração em redes e na resolução de objetivos sociais, ao invés de lucros propriamente ditos. Essa visão está muito bem representada na alternativa (b).
Já a alternativa (c) erra ao restringir a inovação de produto a ativos tangíveis em serviços, ignorando que inovação pode incluir mudanças em rotinas, marketing, processos e que nem sempre envolvem tecnologia direta, o que não concorda com o entendimento atual de inovação em serviços.
Por fim, a opção (d) está equivocada porque, especialmente em inovações radicais ou em ambientes incertos, ter um escopo fechado e rígido no início do projeto vai contra o que a gestão contemporânea prega: flexibilidade e aprendizado contínuo, já que a experimentação é uma fase essencial para lidar com a incerteza e complexidade das trajetórias tecnológicas.
Portanto, a afirmativa correta que está alinhada com o Manual de Oslo e as práticas contemporâneas de gestão da inovação no setor público e privado é a alternativa (b).
Primeiro, a inovação pode ser um produto ou processo novo ou significativamente melhorado para a organização, ou seja, não precisa ser novidade mundial, mas sim novidade para quem está implementando. Isso já descarta a opção (a), que diz que a adoção de processos já consagrados em outros mercados não pode ser considerada inovação para a organização, o que vai contra o conceito do Manual.
A questão do setor público é peculiar porque lá não tem o mesmo incentivo de competição de mercado que existe no setor privado. Por isso, as inovações públicas muitas vezes se concentram na coprodução, colaboração em redes e na resolução de objetivos sociais, ao invés de lucros propriamente ditos. Essa visão está muito bem representada na alternativa (b).
Já a alternativa (c) erra ao restringir a inovação de produto a ativos tangíveis em serviços, ignorando que inovação pode incluir mudanças em rotinas, marketing, processos e que nem sempre envolvem tecnologia direta, o que não concorda com o entendimento atual de inovação em serviços.
Por fim, a opção (d) está equivocada porque, especialmente em inovações radicais ou em ambientes incertos, ter um escopo fechado e rígido no início do projeto vai contra o que a gestão contemporânea prega: flexibilidade e aprendizado contínuo, já que a experimentação é uma fase essencial para lidar com a incerteza e complexidade das trajetórias tecnológicas.
Portanto, a afirmativa correta que está alinhada com o Manual de Oslo e as práticas contemporâneas de gestão da inovação no setor público e privado é a alternativa (b).