Equipe Gabarite
EQUIPE
16/10/2026 • 16:01
Vamos falar sobre indicadores de desempenho em gestão pública, um tema muito importante para garantir que o que está sendo medido realmente traduza o que a organização deseja alcançar. A questão apresenta um exemplo clássico: a autarquia quer aumentar a resolutividade, ou seja, a capacidade de resolver efetivamente as demandas dos cidadãos. Porém, o indicador escolhido foi o número de atendimentos concluídos, com meta de crescimento. Ocorre que, ao examinar o resultado, percebe-se que apesar do aumento nos atendimentos, o número de demandas reabertas e o tempo para solução também aumentaram, o que indica que a qualidade do serviço pode não ter melhorado.
Esse cenário ilustra bem que o indicador precisa medir aquilo que realmente importa. Se medirmos só volume (quantidade de atendimentos), podemos ter uma falsa sensação de melhoria, mesmo que a qualidade tenha caído ou que o problema não esteja sendo resolvido eficazmente. Portanto, é essencial que o indicador tenha uma relação válida e coerente com o objetivo estratégico e que a interpretação dos dados considere múltiplas dimensões, não só quantidade, mas também qualidade e eficiência.
Analisando as alternativas, a letra A apresenta exatamente essa ideia: a medida deve estar relacionada à dimensão do desempenho que se quer avaliar, e a interpretação dos resultados deve evitar confusões entre volume e melhoria real. As outras alternativas são incorretas porque: B sugere substituir indicadores quantitativos por qualitativos, o que não é correto pois ambos podem e devem coexistir; C valoriza apenas dados administrativos disponíveis, o que pode gerar indicadores inoportunos; D supõe que atingir meta quantitativa é suficiente mesmo que outros indicadores estejam negativos, o que é inadequado; E justifica o uso do percentual por ser um requisito suficiente, o que não é verdade, pois a validação da correspondência com o objetivo é fundamental.
Logo, a alternativa correta é a letra A.
Esse cenário ilustra bem que o indicador precisa medir aquilo que realmente importa. Se medirmos só volume (quantidade de atendimentos), podemos ter uma falsa sensação de melhoria, mesmo que a qualidade tenha caído ou que o problema não esteja sendo resolvido eficazmente. Portanto, é essencial que o indicador tenha uma relação válida e coerente com o objetivo estratégico e que a interpretação dos dados considere múltiplas dimensões, não só quantidade, mas também qualidade e eficiência.
Analisando as alternativas, a letra A apresenta exatamente essa ideia: a medida deve estar relacionada à dimensão do desempenho que se quer avaliar, e a interpretação dos resultados deve evitar confusões entre volume e melhoria real. As outras alternativas são incorretas porque: B sugere substituir indicadores quantitativos por qualitativos, o que não é correto pois ambos podem e devem coexistir; C valoriza apenas dados administrativos disponíveis, o que pode gerar indicadores inoportunos; D supõe que atingir meta quantitativa é suficiente mesmo que outros indicadores estejam negativos, o que é inadequado; E justifica o uso do percentual por ser um requisito suficiente, o que não é verdade, pois a validação da correspondência com o objetivo é fundamental.
Logo, a alternativa correta é a letra A.