Camila Duarte
EQUIPE
21/10/2026 • 15:01
Essa questão aborda o fenômeno do envelhecimento populacional e as mudanças na estrutura etária do Brasil, conforme apontado pelo Censo 2022. O texto fala sobre o aumento significativo da população idosa (tanto de 60 quanto de 65 anos ou mais) e a diminuição relativa da população jovem (de até 14 anos), apontando para uma transformação estrutural no perfil demográfico do país.
Esse processo está diretamente associado à transição demográfica — um conjunto de mudanças caracterizadas pela queda nas taxas de natalidade e mortalidade, que modificam a pirâmide etária da população. Com menos nascimentos e maior longevidade, a base da pirâmide (população jovem) diminui, enquanto o topo (população idosa) aumenta, o que indica um envelhecimento populacional.
Analisando as alternativas, a opção A está alinhada com essa interpretação: reconhece a redução da população jovem, o crescimento da população idosa, e enfatiza que isso está associado a uma transição demográfica avançada. Além disso, destaca a relevância desse fenômeno para as políticas públicas de médio e longo prazo, o que faz sentido dado o impacto do envelhecimento na saúde, previdência e outros setores.
As outras alternativas apresentam interpretações equivocadas ou não fundamentadas nas informações do texto. Por exemplo, a revisão metodológica não se relaciona a migração internacional (letra B); o IBGE não questiona a definição de idosos, apenas justifica o uso de faixas diferentes para fins comparativos (letra C); a perda do formato piramidal não resulta de aumento da mortalidade infantil, mas sim da redução da fecundidade (letra D); e o crescimento da população idosa está baseado em dados e não somente projeções, não se tratando de superdimensionamento da expectativa de vida (letra E).
Portanto, a alternativa correta é a letra A.
Esse processo está diretamente associado à transição demográfica — um conjunto de mudanças caracterizadas pela queda nas taxas de natalidade e mortalidade, que modificam a pirâmide etária da população. Com menos nascimentos e maior longevidade, a base da pirâmide (população jovem) diminui, enquanto o topo (população idosa) aumenta, o que indica um envelhecimento populacional.
Analisando as alternativas, a opção A está alinhada com essa interpretação: reconhece a redução da população jovem, o crescimento da população idosa, e enfatiza que isso está associado a uma transição demográfica avançada. Além disso, destaca a relevância desse fenômeno para as políticas públicas de médio e longo prazo, o que faz sentido dado o impacto do envelhecimento na saúde, previdência e outros setores.
As outras alternativas apresentam interpretações equivocadas ou não fundamentadas nas informações do texto. Por exemplo, a revisão metodológica não se relaciona a migração internacional (letra B); o IBGE não questiona a definição de idosos, apenas justifica o uso de faixas diferentes para fins comparativos (letra C); a perda do formato piramidal não resulta de aumento da mortalidade infantil, mas sim da redução da fecundidade (letra D); e o crescimento da população idosa está baseado em dados e não somente projeções, não se tratando de superdimensionamento da expectativa de vida (letra E).
Portanto, a alternativa correta é a letra A.