Matheus Fernandes
EQUIPE
21/10/2026 • 09:01
Neste tipo de questão, é importante entender o contexto da fala da artista e o foco da discussão apresentada. A entrevista revela uma crítica ao modo como o mercado fonográfico e a indústria cultural lidam com identidades como a de Linn da Quebrada — artistas negros, trans, travestis, periféricos —, enfatizando que o que realmente está sendo vendido não é a arte ou a música em si, mas o corpo e a identidade desses artistas.
Linn da Quebrada ressalta que sua obra não deve ser confundida com ela mesma, a pessoa, e que o mercado acaba por transformar seu corpo e sua identidade em mercadoria, repetindo dinâmicas opressoras históricas, uma 'plantação cognitiva', onde o corpo desses artistas se torna objeto de venda e lucro.
Assim, a alternativa que melhor expressa esse argumento é a que aborda a mercantilização dos corpos pretos, periféricos e travestis no mercado fonográfico para fins de lucro, pois é exatamente esse ponto que a artista enfatiza em sua fala, contrapondo-se a uma simples categorização ou a ausência de políticas, por exemplo.
Portanto, o gabarito correto é a alternativa e).
Linn da Quebrada ressalta que sua obra não deve ser confundida com ela mesma, a pessoa, e que o mercado acaba por transformar seu corpo e sua identidade em mercadoria, repetindo dinâmicas opressoras históricas, uma 'plantação cognitiva', onde o corpo desses artistas se torna objeto de venda e lucro.
Assim, a alternativa que melhor expressa esse argumento é a que aborda a mercantilização dos corpos pretos, periféricos e travestis no mercado fonográfico para fins de lucro, pois é exatamente esse ponto que a artista enfatiza em sua fala, contrapondo-se a uma simples categorização ou a ausência de políticas, por exemplo.
Portanto, o gabarito correto é a alternativa e).