Ingrid Nunes
EQUIPE
20/10/2026 • 11:01
Essa questão aborda o papel do Agente de Trânsito em uma situação complexa, envolvendo congestionamento, obras, emergência com ambulância e faixa exclusiva para ônibus. A atuação deve garantir a segurança dos pedestres e motoristas, reduzir os conflitos entre fluxos de veículos e pedestres, e ao mesmo tempo não comprometer a mobilidade da via.
Em situações como essa, o agente deve priorizar o atendimento à emergência (no caso, a ambulância), manter ou reforçar a segurança dos pedestres, controlar o trânsito para minimizar os conflitos e também garantir que a manutenção da obra não seja desrespeitada para evitar riscos.
Analisando as alternativas:
- A alternativa (a) sugere redistribuir os fluxos para vias menos carregadas, preservar a prioridade da ambulância, reforçar a segurança dos pedestres, manter a interdição da obra e fazer controle operacional da rotatória até que tudo normalize. Essa abordagem é justamente o esperado de um agente: agir na prevenção, controle e segurança considerando todas as variáveis.
- A (b) tem um ponto problemático, pois a ambulância deve ter prioridade sem precisar de autorização do órgão gestor para usar faixa exclusiva em emergência.
- A (c) propõe suspender trilhas de pedestres para liberar filas, o que vai contra o princípio de segurança viária, já que a circulação segura de pedestres não pode ser negligenciada.
- A (d) permite que veículos particulares usem a faixa exclusiva e o trecho interditado, o que não está dentro das normas, mesmo em baixa velocidade, e não é recomendável nem seguro.
- A (e) é muito passiva, restringindo a atuação só ao acompanhamento da ambulância e mantendo os fluxos originais, o que não resolve os outros problemas da situação, especialmente o conflito e o aumento da circulação.
Portanto, a resposta mais completa e compatível com o papel do Agente de Trânsito é a alternativa (a).
Em situações como essa, o agente deve priorizar o atendimento à emergência (no caso, a ambulância), manter ou reforçar a segurança dos pedestres, controlar o trânsito para minimizar os conflitos e também garantir que a manutenção da obra não seja desrespeitada para evitar riscos.
Analisando as alternativas:
- A alternativa (a) sugere redistribuir os fluxos para vias menos carregadas, preservar a prioridade da ambulância, reforçar a segurança dos pedestres, manter a interdição da obra e fazer controle operacional da rotatória até que tudo normalize. Essa abordagem é justamente o esperado de um agente: agir na prevenção, controle e segurança considerando todas as variáveis.
- A (b) tem um ponto problemático, pois a ambulância deve ter prioridade sem precisar de autorização do órgão gestor para usar faixa exclusiva em emergência.
- A (c) propõe suspender trilhas de pedestres para liberar filas, o que vai contra o princípio de segurança viária, já que a circulação segura de pedestres não pode ser negligenciada.
- A (d) permite que veículos particulares usem a faixa exclusiva e o trecho interditado, o que não está dentro das normas, mesmo em baixa velocidade, e não é recomendável nem seguro.
- A (e) é muito passiva, restringindo a atuação só ao acompanhamento da ambulância e mantendo os fluxos originais, o que não resolve os outros problemas da situação, especialmente o conflito e o aumento da circulação.
Portanto, a resposta mais completa e compatível com o papel do Agente de Trânsito é a alternativa (a).