Equipe Gabarite
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25/10/2026 • 13:01
Vamos conversar um pouco sobre este trecho da crônica de Clarice Lispector e o contexto atual da pandemia de 2020. A autora chama atenção para a ideia de que na nossa sociedade somos frequentemente reduzidos a números, como no caso de documentos, cadastros e até mesmo em situações de emergência. No trecho destacado, "Cada um é um, sem número. O si-mesmo é apenas o si-mesmo.", ela ressalta a importância da individualidade, ou seja, cada pessoa é única e não deve ser vista apenas como um número.
Relacionando isso ao contexto da pandemia, embora os números das estatísticas sejam fundamentais para entender a gravidade da situação, a crônica incentiva a reflexão sobre o valor humano da pessoa por trás desses números. O que a questão quer é que percebamos que, apesar da obsessão pelos dados e estatísticas, cada indivíduo tem características próprias que o tornam especial, único, para aqueles que o conhecem e amam.
Portanto, a alternativa correta é aquela que mais valoriza essa individualidade e especialidade de cada pessoa, fugindo da ideia de que ela é apenas um número, que é justamente a letra b). As outras alternativas estão mais focadas na importância dos números ou na desvalorização do indivíduo, que contrariam a mensagem da crônica.
Relacionando isso ao contexto da pandemia, embora os números das estatísticas sejam fundamentais para entender a gravidade da situação, a crônica incentiva a reflexão sobre o valor humano da pessoa por trás desses números. O que a questão quer é que percebamos que, apesar da obsessão pelos dados e estatísticas, cada indivíduo tem características próprias que o tornam especial, único, para aqueles que o conhecem e amam.
Portanto, a alternativa correta é aquela que mais valoriza essa individualidade e especialidade de cada pessoa, fugindo da ideia de que ela é apenas um número, que é justamente a letra b). As outras alternativas estão mais focadas na importância dos números ou na desvalorização do indivíduo, que contrariam a mensagem da crônica.